Hoje, por umas frases que ouvi e li, fiquei inspirada. E eu, que sou pessoa cheia de palavras, deixo-vos estas para vocês.
Parecendo que não, tenho dificuldade em escrever sobre vocês. Fico sem palavras para definir o que quero, para explicar o que sinto, para tentar traduzir a família que são para mim. Merecem mais do que isto mas, prometo, um dia tê-lo-ão. Para já, é o que consigo fazer.
Quem diria? Há oito anos que estamos juntas. É impossível quantificar as horas que já passámos juntas a fazer alguma coisa ou sem fazer nada. Aquelas que mostrámos e as que mantivemos só para nós. Toda esta vida partilhada está recheada do bom e do mau, dos choros e dos sorrisos, da alegria e da tristeza, da morte e da vida. Partilhado, assim, como o fazemos, não é tudo mais fácil?
Olho para trás e parece-me que estou a olhar para o futuro. Se há algo que se mantém sempre, no sentido literal da palavra, é a base que constitui a nossa vida. Sem esforço, sem complicações e sem acessórios, tornámo-nos do que mais sólido existe. Nada nesta vida, ou noutra qualquer, nos consegue ou irá separar. Atentas aos pormenores, sabemos que o pequeno facto de existirmos na vida umas das outras consegue mover montanhas e oceanos. Já as movemos, algumas vezes.
Apesar de não ser a característica que mais expressamos, há uma coisa em nós que mais ninguém vê: temos esperança. Na vida. No futuro. E, principalmente, em cada uma de nós. Acredito na singularidade de cada uma, na individualidade que nos une. Diferentes na atitude e na aparência, iguais no amor e amizade que enche os nossos corações e que regem as nossas vidas.
Temos tanto para viver... tanto mais quanto sonharmos.
Obrigada por existirem e terem iluminado a minha existência de força, coragem, determinação e sensibilidade, dando-me todos aqueles ingredientes que nem sempre estão à vista.
Elas são as seis... princesas.
Um dia, perceberão ainda melhor o que isto significa para mim.
Do fundo do coração.
S!

Nenhum comentário:
Postar um comentário