sábado, 2 de novembro de 2013

Inês.

A minha Inês. Ou melhor, para mim, é a Ninó. A minha Ninó. De todas nós, é a corajosa. É a chama. A dança. É a minha modelo.
Lembro-me muitas vezes da forma como nos conhecemos e tenho que confessar que, na vida, há coincidências muito felizes. Foi no tempo certo, no lugar certo, no dia certo. E, sem contar, perdura até hoje.
Gosto muito do teu jeito de ser, especialmente porque é quase o oposto do meu. Gosto da maneira como vives intensamente, como me preparas surpresas constantemente, como tu és uma surpresa na minha vida. Todos os dias penso na coragem que tiveste para ir para esse sítio (lindo, diga-se de passagem), o quão corajosa foste. E és. E nos tornaste a nós. Me tornaste a mim. Por tua causa, hoje sou muito mais corajosa.

Nunca me canso de ser a tua racionalidade. De te mostrar o caminho. A simplicidade das coisas. Pois, na verdade, é exatamente como elas são. 
Admiro-te pela tua força, amiga. Pela força que tiveste para ires...
Obrigada por voltares sempre.

Gosto muito de ti, Ninó.




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