Já aqui escrevi sobre a primeira vez que dei sangue. E, hoje, volto a relembrar. Foi em Fevereiro, quando finalmente fui ao Hospital Santa Maria informar-me. E, no dia seguinte, estava lá. Fui super bem recebida, tratada e todos os profissionais zelaram pelo meu bem-estar e segurança. Saí de lá com o sentimento de missão cumprida. (E foi mesmo!).
Hoje, quase como profissional de saúde, não posso deixar de apelar a que todas as pessoas que possam e que tenham as condições necessárias para o fazer, que o façam. São elas:
Bom estado de saúde;
Hábitos de Vida saudáveis;
Peso igual ou superior a 50 kg;
Idade compreendida entre os 18 e os 65 anos. Para a primeira dádiva, o limite de idade é aos 60 anos.
Ainda assim, com estas condições e com a informação no site: http://ipsangue.org/ipsangue2011/, na altura em que se dirigirem e pedirem informações, bem como na triagem com o médico, vão ser logo esclarecidos se estão ou não aptos a dar sangue.
E se puderem, estão a ajudar muitas vidas.
Vale a pena!
Muito, muito agradecida,
S!
quinta-feira, 5 de junho de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
O dia em que conheci a Mãe Vanessa.
1 de junho. 11h30. Esperei uns minutinhos, ansiosa, pelas horas da sessão de autógrafos. Passeei ainda pela Festa da Criança, em Cascais, no Parque Marechal Carmona (que estava maravilhosa!) e lá fui. Pelas mãos do destino e do coração.
Antes de me sentar junto à Mãe Vanessa, a primeira coisa que ela fez foi dar-me um abraço. Logo aqui, isto deve querer dizer alguma coisa, não? Sentei-me e disse o meu nome, depois de mo ter perguntado. E pronto. Emocionei-me. Chorei. Chorei bastante até. Não foram lágrimas de tristeza (até, porque como me disse, não existem razões para chorarmos) mas sim de alegria. Não consigo bem definir (por palavras) o que senti naquele momento. Mas vou tentar.
Naqueles olhos que em tão perto me encontravam, vi algo semelhante ao que eu sou. Foi por isso que me emocionei. Que chorei e sorri muito. Encontrei, numa pessoa que admiro, do fundo do coração, a pureza, a bondade, a simplicidade que me caracterizam e que não encontro em quase mais ninguém. Mas encontrei na Mãe Vanessa.
Emocionei-me naquele momento e agora, enquanto escrevo estas palavras. Quem me conhece, sabe bem que sou pessoa de sorriso e lágrima fácil!
Um dia, no seu Facebook, a Mãe Vanessa escreveu que, por vezes, não sabia como agradecer o facto de as pessoas lhe dizerem sempre Obrigada. Ela apenas é o que é. E eu fiz-lhe questão de dizer isso. É por isso que as pessoas lhe agradecem: porque ela é ela própria, simples, verdadeira, bondosa, especial... E não é isso que realmente interessa?
A Mãe Vanessa escreveu-me uma dedicatória linda, muito individual. Enquanto a escreveu, esteve sempre de mão dada comigo. Quando nos despedimos, trocámos abraços, beijinhos, sorrisos, emoção. Tanto e tanto disto!
Uma das frases escrita no livro é:
Antes de me sentar junto à Mãe Vanessa, a primeira coisa que ela fez foi dar-me um abraço. Logo aqui, isto deve querer dizer alguma coisa, não? Sentei-me e disse o meu nome, depois de mo ter perguntado. E pronto. Emocionei-me. Chorei. Chorei bastante até. Não foram lágrimas de tristeza (até, porque como me disse, não existem razões para chorarmos) mas sim de alegria. Não consigo bem definir (por palavras) o que senti naquele momento. Mas vou tentar.
Naqueles olhos que em tão perto me encontravam, vi algo semelhante ao que eu sou. Foi por isso que me emocionei. Que chorei e sorri muito. Encontrei, numa pessoa que admiro, do fundo do coração, a pureza, a bondade, a simplicidade que me caracterizam e que não encontro em quase mais ninguém. Mas encontrei na Mãe Vanessa.
Emocionei-me naquele momento e agora, enquanto escrevo estas palavras. Quem me conhece, sabe bem que sou pessoa de sorriso e lágrima fácil!
Um dia, no seu Facebook, a Mãe Vanessa escreveu que, por vezes, não sabia como agradecer o facto de as pessoas lhe dizerem sempre Obrigada. Ela apenas é o que é. E eu fiz-lhe questão de dizer isso. É por isso que as pessoas lhe agradecem: porque ela é ela própria, simples, verdadeira, bondosa, especial... E não é isso que realmente interessa?
A Mãe Vanessa escreveu-me uma dedicatória linda, muito individual. Enquanto a escreveu, esteve sempre de mão dada comigo. Quando nos despedimos, trocámos abraços, beijinhos, sorrisos, emoção. Tanto e tanto disto!
Uma das frases escrita no livro é:
É isto que me alimenta: fazendo o bem em troca, obtemos o amor dos outros.
É isto que sinto. O lema da minha vida é sorrir. Acrescentado a isto. Fazer o bem pelos outros.
Hoje, neste dia particular e depois deste momento (daqueles poucos mas tão ricos minutos...), sou uma pessoa diferente. Na maneira de ser e de estar. De falar com os outros. De mim própria!
Em jeito de despedida, tal como costuma fazer:
Sentindo-me abençoada,
Cheia de amor e gratidão....
Susana.
sábado, 31 de maio de 2014
Fátima.
Desde criança que adoro ir a Fátima. Aquele sítio é especial, mesmo sem conseguir definir exatamente por palavras o porquê. Há uns anos, quando comecei a ficar mais crescidinha, prometi a mim própria que passaria a ir lá, pelo menos, 1x por ano. Não consegui. Por isto ou por aquilo, pelo que se vai interpolando, não foi possível. Hoje, não pensei duas vezes. Estive lá pouquinhas horas mas valeu muito, muito a pena!
O cheirinho a comida era apetecível, as pessoas são super simpáticas e o comércio local, esse... é um doce! Tive vontade de comprar tudo! (Mas consegui-me conter e só trouxe umas lembranças!)
O cheirinho a comida era apetecível, as pessoas são super simpáticas e o comércio local, esse... é um doce! Tive vontade de comprar tudo! (Mas consegui-me conter e só trouxe umas lembranças!)
Fátima tem qualquer coisa (seja fé, convicção, beleza ou o sentimento de acreditar) que os outros lugares do mundo não têm!
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Sra. Diretora Alexandra!
A minha Senhora Diretora. Para quem não conhece a pessoa fantástica que a Alexandra é, vou apresentá-la ao mundo: é uma das super-mulheres que existe neste universo. Esta rapariga faz tudo e, quem contacta com ela, percebe isso. Não é preciso dizer-lhe uma coisa duas vezes: a resposta dela é sempre Sim, eu vou. Ou: Sim, eu faço.
A minha amiga de sempre foi promovida. Sim, promovida! O quanto hoje nos rimos ao telemóvel ao usar este termo. Epa, estamos mesmo crescidas! Parece que já trabalhamos! E, de facto, trabalhamos. Hoje, somos aquilo que sempre sonhámos ser e concretizámos os planos que há anos fizemos. Esta Senhora Diretora é uma das melhores pessoas que conheço. Bondosa, multicausal, empenhada, trabalhadora, energética, envolvida... e podia estar aqui a acrescentar mais adjetivos que nunca, mas nunca, conseguiria descrever o que é e o quão influencia a vida das pessoas em que está da forma mais positiva.
Arranjei mil metáforas para definir o que este momento significa na sua vida. Nas nossas vidas. É fácil saber quem é a Alexandra e a simpatia que ela transborda: fala com toda a gente, envolve, clarifica, trabalha... E depois há o outro lado, aquele que só algumas pessoas (que se contam pelos dedos das mãos) conhecem. E que faz questão de preservar. Eu sou uma dessas pessoas. Tenho a sorte, o privilégio e a admiração de a conhecer. Em todas as suas vertentes. De ir a sua casa. De dormir lá também. De conhecer a sua família. As suas origens. De conhecer o mais que ela é. A Alexandra é 500%. Aquilo que mostra, são mais ou menos 200. Eu ainda tenho, para além disso, aquilo que a nossa amizade nos dá e me permite conhecer profundamente os outros 300%.
Vou repetir aquilo que lhe disse: Estou tão feliz por ti, que é tal e qual como se fosse comigo!
Parabéns amiga Xanucka!
A minha amiga de sempre foi promovida. Sim, promovida! O quanto hoje nos rimos ao telemóvel ao usar este termo. Epa, estamos mesmo crescidas! Parece que já trabalhamos! E, de facto, trabalhamos. Hoje, somos aquilo que sempre sonhámos ser e concretizámos os planos que há anos fizemos. Esta Senhora Diretora é uma das melhores pessoas que conheço. Bondosa, multicausal, empenhada, trabalhadora, energética, envolvida... e podia estar aqui a acrescentar mais adjetivos que nunca, mas nunca, conseguiria descrever o que é e o quão influencia a vida das pessoas em que está da forma mais positiva.
Arranjei mil metáforas para definir o que este momento significa na sua vida. Nas nossas vidas. É fácil saber quem é a Alexandra e a simpatia que ela transborda: fala com toda a gente, envolve, clarifica, trabalha... E depois há o outro lado, aquele que só algumas pessoas (que se contam pelos dedos das mãos) conhecem. E que faz questão de preservar. Eu sou uma dessas pessoas. Tenho a sorte, o privilégio e a admiração de a conhecer. Em todas as suas vertentes. De ir a sua casa. De dormir lá também. De conhecer a sua família. As suas origens. De conhecer o mais que ela é. A Alexandra é 500%. Aquilo que mostra, são mais ou menos 200. Eu ainda tenho, para além disso, aquilo que a nossa amizade nos dá e me permite conhecer profundamente os outros 300%.
Vou repetir aquilo que lhe disse: Estou tão feliz por ti, que é tal e qual como se fosse comigo!
Parabéns amiga Xanucka!
terça-feira, 27 de maio de 2014
"Aceita e Sorri" II.
2 dias. Apenas precisei de 2 dias. Entre congressos, acordar de madrugada e deitar bem tarde, dois dias me chegaram para o ler. Nunca li um livro assim. Nunca chorei tanto (por dentro e por fora) de alegria e satisfação por existirem pessoas assim. Tão fantásticas como a Mãe Vanessa. Não há nenhum livro que me tenha ensinado mais Enfermagem do que este, até agora. A humanidade. O Ser Pessoa. O acreditar.
Obrigada, Mãe Vanessa!
Aceitar... "É ter a consciência de que o nosso destino está escrito nas estrelas".
domingo, 25 de maio de 2014
"Aceita e Sorri".
Conheci a história da Mãe Vanessa e da sua família há já algum tempo, desde o ano passado, e desde logo me conquistou. A partilha diária que fazia (e faz) através do facebook, demonstrando a humildade e humanidade de que é feita tocou-me o coração todos os dias que a li. A sua relação com a Nonô, com os seus outros filhos, com o mundo e, consigo própria... Fez com que eu, tal como milhares de pessoas que seguem a sua história, sentissem que também é um bocadinho da nossa.
A situação em que a Leonor (e milhares de meninos e meninas) se encontra interessa-me, claro, pelo bichinho que a Enfermagem desperta em mim. Mas não é apenas isto. A Mãe Vanessa consegue, através das suas palavras, transmitir a mãe, amiga e mulher que é. Então, desperta em mim não só a futura Enfermeira Susana mas também a Susana que existe agora. Permite que aprenda, com ela, a ser uma melhor pessoa, mais bondosa, simples e que dá mais (muito mais) valor àquilo que tem hoje. Porque é no "hoje" que estou.
E não é isso que realmente interessa?
O facto de ter criado uma Associação que ajuda (muito, muito mas mesmo muito!) crianças que sofrem da mesma doença que a Leonor tem, deixa-me orgulhosa e aliviada por existirem pessoas assim neste mundo. Que inspiram. Que pegam na adversidade, no momento mais cinzento, e o transformam, tornando em ensinamento. Ultimamente, é isto que tenho feito na minha vida.
Mãe Vanessa:
Obrigada. Por todos os obrigadas que agradece a quem está deste lado. Obrigada por partilhar a sua história. Obrigada por inspirar tanta gente. Obrigada por ser uma pessoa simples que faz a diferença na vida de tantas.
P.S: Já tenho o meu livro!
sábado, 24 de maio de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)





