Inscrevi a Marta neste desafio que estava em www.dailycristina.com
Foi nela que pensei, na primeira vez que li o passatempo. Porque não?
Só espero que ganhemos!
A frase criativa que usei foi:
"Os cabelos brancos começaram bem antes dos 20 anos, mas rapidamente os quis combater e mostrar ao mundo a princesa que é e na qual se tornará, por isso, gostava que uma das minhas melhores amigas passasse por esta experiência e se sentisse tão feliz como merece, tal e qual a Cristina Ferreira, uma Bellady castanha sensual."
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Às minhas amigas. Do coração.
Hoje, por umas frases que ouvi e li, fiquei inspirada. E eu, que sou pessoa cheia de palavras, deixo-vos estas para vocês.
Parecendo que não, tenho dificuldade em escrever sobre vocês. Fico sem palavras para definir o que quero, para explicar o que sinto, para tentar traduzir a família que são para mim. Merecem mais do que isto mas, prometo, um dia tê-lo-ão. Para já, é o que consigo fazer.
Quem diria? Há oito anos que estamos juntas. É impossível quantificar as horas que já passámos juntas a fazer alguma coisa ou sem fazer nada. Aquelas que mostrámos e as que mantivemos só para nós. Toda esta vida partilhada está recheada do bom e do mau, dos choros e dos sorrisos, da alegria e da tristeza, da morte e da vida. Partilhado, assim, como o fazemos, não é tudo mais fácil?
Olho para trás e parece-me que estou a olhar para o futuro. Se há algo que se mantém sempre, no sentido literal da palavra, é a base que constitui a nossa vida. Sem esforço, sem complicações e sem acessórios, tornámo-nos do que mais sólido existe. Nada nesta vida, ou noutra qualquer, nos consegue ou irá separar. Atentas aos pormenores, sabemos que o pequeno facto de existirmos na vida umas das outras consegue mover montanhas e oceanos. Já as movemos, algumas vezes.
Apesar de não ser a característica que mais expressamos, há uma coisa em nós que mais ninguém vê: temos esperança. Na vida. No futuro. E, principalmente, em cada uma de nós. Acredito na singularidade de cada uma, na individualidade que nos une. Diferentes na atitude e na aparência, iguais no amor e amizade que enche os nossos corações e que regem as nossas vidas.
Temos tanto para viver... tanto mais quanto sonharmos.
Obrigada por existirem e terem iluminado a minha existência de força, coragem, determinação e sensibilidade, dando-me todos aqueles ingredientes que nem sempre estão à vista.
Elas são as seis... princesas.
Um dia, perceberão ainda melhor o que isto significa para mim.
Do fundo do coração.
S!
Parecendo que não, tenho dificuldade em escrever sobre vocês. Fico sem palavras para definir o que quero, para explicar o que sinto, para tentar traduzir a família que são para mim. Merecem mais do que isto mas, prometo, um dia tê-lo-ão. Para já, é o que consigo fazer.
Quem diria? Há oito anos que estamos juntas. É impossível quantificar as horas que já passámos juntas a fazer alguma coisa ou sem fazer nada. Aquelas que mostrámos e as que mantivemos só para nós. Toda esta vida partilhada está recheada do bom e do mau, dos choros e dos sorrisos, da alegria e da tristeza, da morte e da vida. Partilhado, assim, como o fazemos, não é tudo mais fácil?
Olho para trás e parece-me que estou a olhar para o futuro. Se há algo que se mantém sempre, no sentido literal da palavra, é a base que constitui a nossa vida. Sem esforço, sem complicações e sem acessórios, tornámo-nos do que mais sólido existe. Nada nesta vida, ou noutra qualquer, nos consegue ou irá separar. Atentas aos pormenores, sabemos que o pequeno facto de existirmos na vida umas das outras consegue mover montanhas e oceanos. Já as movemos, algumas vezes.
Apesar de não ser a característica que mais expressamos, há uma coisa em nós que mais ninguém vê: temos esperança. Na vida. No futuro. E, principalmente, em cada uma de nós. Acredito na singularidade de cada uma, na individualidade que nos une. Diferentes na atitude e na aparência, iguais no amor e amizade que enche os nossos corações e que regem as nossas vidas.
Temos tanto para viver... tanto mais quanto sonharmos.
Obrigada por existirem e terem iluminado a minha existência de força, coragem, determinação e sensibilidade, dando-me todos aqueles ingredientes que nem sempre estão à vista.
Elas são as seis... princesas.
Um dia, perceberão ainda melhor o que isto significa para mim.
Do fundo do coração.
S!
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Caminhada.
Descobri a falta que me faz ter um tempinho que fosse, só para mim, mais ou menos há dois anos. Aliás, foi aí que descobri muito do que sei hoje. É verdade que não queria a mudança mas... a verdade é que foi ela que me proporcionou poder saber muito mais.
Acho que tenho a sorte de poder usufruir dos meus dois lados: sou uma pessoa de sorriso fácil, cheia de palavras para quem conheço bem e, por isso, gosto muito de estar rodeada pelos outros. Principalmente a quem me acrescenta. O meu outro lado é que também sou muito minha. Preciso muito do tempo para mim, da minha introversão, de olhar para dentro e refletir. E descobri que faço isso melhor quando caminho. Antes corria. E às vezes ainda o faço. Mas a corrida exala tudo aquilo que está acumulado cá dentro e permite que respiremos verdadeiramente fundo. Às vezes é preciso. Mas a maioria do tempo o que preciso mesmo é andar. Sem destino. Pensar. Sem pressão. Chorar. Sem ninguém a ver. Sorrir. Para o horizonte que é infinito.
Confesso que antes era um bocadinho renitente quanto a isto. Hoje, ainda bem que o faço. É impressionante como o corpo pode fazer tão bem à mente, e vice-versa. Está tudo cá dentro. Basta ver.
Acho que tenho a sorte de poder usufruir dos meus dois lados: sou uma pessoa de sorriso fácil, cheia de palavras para quem conheço bem e, por isso, gosto muito de estar rodeada pelos outros. Principalmente a quem me acrescenta. O meu outro lado é que também sou muito minha. Preciso muito do tempo para mim, da minha introversão, de olhar para dentro e refletir. E descobri que faço isso melhor quando caminho. Antes corria. E às vezes ainda o faço. Mas a corrida exala tudo aquilo que está acumulado cá dentro e permite que respiremos verdadeiramente fundo. Às vezes é preciso. Mas a maioria do tempo o que preciso mesmo é andar. Sem destino. Pensar. Sem pressão. Chorar. Sem ninguém a ver. Sorrir. Para o horizonte que é infinito.
Confesso que antes era um bocadinho renitente quanto a isto. Hoje, ainda bem que o faço. É impressionante como o corpo pode fazer tão bem à mente, e vice-versa. Está tudo cá dentro. Basta ver.
terça-feira, 22 de abril de 2014
O campo e o mar.
Sou do campo e do mar. Nasci cá, mas sou muito de lá. Adoro, adoro, adoro o campo. A tranquilidade, a calma, a "agitação" de um pequeno lugar que se torna grande pelas gentes que o fazem. Todos se conhecem, se querem bem e desejam muita saúde e sorte para a vida. A energia ali existe. A pronúncia diferente enche o coração de qualquer visitante que, perante aquela realidade, se sente pequenino e inocente face ao mundo. Há tanto mais para ver nos recantos mais pequenos. Eu sou uma pessoa de pormenores, talvez seja por isso que dou tanto valor às coisas, atitudes e gestos mais pequeninos. E ali é assim mesmo. A família está lá. O calor está lá. A comida está lá. O vestir bem ao domingo está lá. Os valores de que o meu coração é feito e dos quais a minha vida é pautada também. Está tudo lá.
Tudo menos o que o mar me pode dar (e dá).
Descobri a serenidade do mar à pouco tempo. Serenidade e Agitação. Os turistas ficam encantados quando cá vêm e é fácil perceber porquê. Há sol. Há maresia. Há estilos de vida saudáveis. Há um paredão com mais de 3km para fazer vezes e vezes sem conta. Há comércio local a mostrar que muito do que é bom, está cá. Há sofisticação. Sempre achei que esta terra me trazia a Sofisticação. A elegância. Que deve estar presente em tudo. Não apenas na roupa que se veste, mas sim no corpo e na pessoa que a suporta. Muita gente gosta de praia e de a aproveitar mas como cada um a vê, isso... é diferente. Depende do que está no interior de cada um quando olha para o mar infinito à sua frente. Quando relembra os momentos que foram ali passados. E quando sonha com os que ainda se vão passar.
Tudo menos o que o mar me pode dar (e dá).
Descobri a serenidade do mar à pouco tempo. Serenidade e Agitação. Os turistas ficam encantados quando cá vêm e é fácil perceber porquê. Há sol. Há maresia. Há estilos de vida saudáveis. Há um paredão com mais de 3km para fazer vezes e vezes sem conta. Há comércio local a mostrar que muito do que é bom, está cá. Há sofisticação. Sempre achei que esta terra me trazia a Sofisticação. A elegância. Que deve estar presente em tudo. Não apenas na roupa que se veste, mas sim no corpo e na pessoa que a suporta. Muita gente gosta de praia e de a aproveitar mas como cada um a vê, isso... é diferente. Depende do que está no interior de cada um quando olha para o mar infinito à sua frente. Quando relembra os momentos que foram ali passados. E quando sonha com os que ainda se vão passar.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Páscoa.
Páscoa é, segundo a religião católica, o tempo de reconciliação. De nos perdoarmos do que fizemos de menos bom; de perdoarmos os outros pelo que nos magoaram, de nos reconciliarmos. Primeiro, connosco. Depois, com os outros.
Apesar de não ir todos os Domingos à missa e de seguir estritamente o que a Igreja defende, sou católica e influenciada por esses valores. E sinto a diferença nestes momentos especiais, como o Natal e a Páscoa. Parece que tudo fica mais leve e tranquilo.
Páscoa é família, aqui e noutro lugar qualquer do mundo.
Nós também somos família, e já há 8 anos!
Apesar de não ir todos os Domingos à missa e de seguir estritamente o que a Igreja defende, sou católica e influenciada por esses valores. E sinto a diferença nestes momentos especiais, como o Natal e a Páscoa. Parece que tudo fica mais leve e tranquilo.
Páscoa é família, aqui e noutro lugar qualquer do mundo.
Nós também somos família, e já há 8 anos!
terça-feira, 15 de abril de 2014
Crónica de Ana Rita Clara: Para o meu lindo jardim.
"A vida apresenta-se como quer em frente aos nossos olhos. Declaramo-nos impotentes com tanto inesperado, com tanta imprevisibilidade. Até nem conseguimos digerir bem, tantas curvas e tantos balanços. Levamos sempre o "nosso" tempo. Talvez até nem seja agora o momento de fazer esquemas justificativos, para se compreenderem grandes motivos e razões, porque a vida é mesmo isto. Tenho vindo a descobrir que a tranquilidade para a inquietude da vida resulta da atitude perante esse caminho. E a própria fé. E apesar de educada com base na religião católica, tenho percorrido o meu próprio caminho, no alcance do sentido das minhas buscas e respostas. E sei que não estou sozinha neste processo. Todos nós procuramos tranquilizar o espírito. Encontrar o conforto dos olhares e das palavras.
E sobretudo encontrarmo-nos no meio de tudo isto. Hoje reflito mais sobre as ânsias dos dias. Aquilo que me move e aquilo que renuncio. Esse é um propósito que todos nós devemos seguir. O de sermos sempre fiéis àquilo que amamos, aquilo em que nos vamos transformando. E se a vida nos atira contra barreiras, ou contra obstáculos, ou ainda contra aquilo que não pedimos... podemos não gostar, mas se encararmos de uma nova maneira, tudo será diferente. Porque é aí que reside a grande diferença entre os humanos. Entre aqueles que lutam e combatem até partirem com honra e memórias de guerreiros. E existem os outros. Que não passam de almas que nascem já perdidas. Rendidas a um destino escolhido por outros. Rendidos à sua própria limitação interior. E se a vida me testa a cada segundo, a cada instante, eu escolho pertencer à classe das vitórias e conquistas. Dos grandes transformadores, que movem areias e montanhas para fazer a diferença. Faça como eu. Viver esta vida como nasceu para a viver. Criando o seu destino a cada passo. Este texto é dedicado à maior flor do meu jardim."
E sobretudo encontrarmo-nos no meio de tudo isto. Hoje reflito mais sobre as ânsias dos dias. Aquilo que me move e aquilo que renuncio. Esse é um propósito que todos nós devemos seguir. O de sermos sempre fiéis àquilo que amamos, aquilo em que nos vamos transformando. E se a vida nos atira contra barreiras, ou contra obstáculos, ou ainda contra aquilo que não pedimos... podemos não gostar, mas se encararmos de uma nova maneira, tudo será diferente. Porque é aí que reside a grande diferença entre os humanos. Entre aqueles que lutam e combatem até partirem com honra e memórias de guerreiros. E existem os outros. Que não passam de almas que nascem já perdidas. Rendidas a um destino escolhido por outros. Rendidos à sua própria limitação interior. E se a vida me testa a cada segundo, a cada instante, eu escolho pertencer à classe das vitórias e conquistas. Dos grandes transformadores, que movem areias e montanhas para fazer a diferença. Faça como eu. Viver esta vida como nasceu para a viver. Criando o seu destino a cada passo. Este texto é dedicado à maior flor do meu jardim."
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Memórias.
Hoje passou-me um filme à frente dos olhos. A olhar para mim no espelho, consegui ver tudo. Aquilo que começou há mais de 2 anos atrás.
E as lágrimas caíram-me.
Foi por isto que sonhei.
Comprei a minha farda para o estágio que começa em Setembro/Outubro. Sim, o meu estágio de dois anos que põe em prática tudo o que sempre, SEMPRE, quis! Vi-me ao espelho e... tudo me assentou como uma luva. A camisola, as calças, os sapatos. Parece que sempre tinha estado ali à minha espera.
Sabe Deus onde é que estarei por esta altura, daqui a um ano. De uma coisa tenho a certeza:
vou estar muito, muito feliz!
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