Obrigada. És a melhor.
sábado, 5 de abril de 2014
Rita.
Há pessoas que entram na nossa vida e é como se sempre lá tivessem estado. A Rita é assim. É como se sempre tivesse feito parte de tudo. Sabe tudo de mim. Muito, nunca lhe disse em palavras. Ela descobre. Talvez porque nem sempre me pede que fale, que diga, que mostre, mas sim que partilhe. E isso faço sempre. Através do sorriso, do olhar. Nunca olha para mim superficialmente. Vai até ao fundo da minha alma. Vê o meu coração. E sente-me, como eu sou, todos os dias. Não estamos sempre fisicamente juntas mas o coração une-nos.
Obrigada. És a melhor.
Obrigada. És a melhor.
Biblioteca.
Se não estivesse a estudar para ser enfermeira, provavelmente, numa outra vida, poderia ter sido bibliotecária. Como gosto de livros! Gosto do cheiro (tanto dos novos, como dos velhos), da consistência, da história que envolve, dos sonhos que desenvolve...
No outro dia passei pela Biblioteca de Cascais e decidi: vou entrar e inscrever-me como sócia.
Posso requisitar livros, material de multimédia e passar lá algum tempo, a custo zero.
No outro dia passei pela Biblioteca de Cascais e decidi: vou entrar e inscrever-me como sócia.
Posso requisitar livros, material de multimédia e passar lá algum tempo, a custo zero.
Não é um verdadeiro sonho de um mundo encantado?
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Susana e as boas ações.
Sexta-feira: chuva, chuva e mais chuva. Pensando eu que ia estar um sol luminoso e, para não andar cheia de tralha como ontem, resolvi vestir-me assim, às 5h30: ténis, calças de ganga, camisola básica, casaquinho de malha e um lenço. E estava pronta.
Não estava era pronta para este tempo!! Tipo?! Já chega! Hoje, felizmente, tive a alma caridosa de uma colega que me emprestou o chapéu de chuva para vir para casa, visto que ela tinha o seu carro na estação do comboio. Tal como se repetiu há mais ou menos uma semana, hoje também fiz uma boa ação!
Há uma semana, estava nuns sinais à espera que passasse para verde, com o chapéu de chuva aberto, e estava ao meu lado uma senhora idosa, a apanhar chuva. Perguntei-lhe se se queria pôr debaixo do chapéu enquanto esperava e eu passava com ela para o outro lado. Assim aconteceu. Ela agradeceu-me muito e disse que já não existia muita gente assim. É verdade, eu bem sei que não.
Hoje, estava a subir a rua para casa com o chapéu de chuva aberto, quando vi uma rapariga à minha frente a andar, quase toda molhada, sem chapéu e sem um casaco decente (como eu). Fui ter com ela e, apesar das dificuldades de comunicação (ela estava com phones nos ouvidos), lá me deu alguma atenção e ainda foi uns 10 minutos debaixo do chapéu que eu levava.
Não estava era pronta para este tempo!! Tipo?! Já chega! Hoje, felizmente, tive a alma caridosa de uma colega que me emprestou o chapéu de chuva para vir para casa, visto que ela tinha o seu carro na estação do comboio. Tal como se repetiu há mais ou menos uma semana, hoje também fiz uma boa ação!
Há uma semana, estava nuns sinais à espera que passasse para verde, com o chapéu de chuva aberto, e estava ao meu lado uma senhora idosa, a apanhar chuva. Perguntei-lhe se se queria pôr debaixo do chapéu enquanto esperava e eu passava com ela para o outro lado. Assim aconteceu. Ela agradeceu-me muito e disse que já não existia muita gente assim. É verdade, eu bem sei que não.
Hoje, estava a subir a rua para casa com o chapéu de chuva aberto, quando vi uma rapariga à minha frente a andar, quase toda molhada, sem chapéu e sem um casaco decente (como eu). Fui ter com ela e, apesar das dificuldades de comunicação (ela estava com phones nos ouvidos), lá me deu alguma atenção e ainda foi uns 10 minutos debaixo do chapéu que eu levava.
Não conhecia estas duas pessoas de lado nenhum. Mas não lhes consegui ficar indiferentes. É isto que falta um bocadinho no nosso mundo. Não ser indiferente a quem está mesmo à nossa frente. Quase sempre as olhamos... mas quase nunca as vemos.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Crónica de Ana Rita Clara sobre o filme "Sei Lá..."
"Gostam de estreias?
Sei Lá..."
"Hoje estreia o filme "Sei Lá". E não é apenas por ter feito este filme, que hoje o coloco nesta crónica. Coloco-o nestes meus pensamentos, pela necessidade de partilhar convosco algo de tão feliz. Por todo o processo de seleção, por todo o tempo de construção e de envolvimento que entreguei a esta personagem. Esta "Luísa" que tanto me encantou e ainda hoje me é difícil guardar na caixinha. Nutro por esta história e por esta mulher uma profunda paixão. Pela sua determinação, pela sua coragem. Pela maneira como usa o poder feminino, mas sem ser vulgar. Pela carismática atitude, que em tudo se manifesta, sem esquecer o poder da verdadeira amizade. E aquilo que a prende às restantes amigas da sua vida. Este filme vai ser uma grande experiência para todos vocês. Será uma viagem com um ponto de partida, a relação entre quatro amigas. Mas será muito mais do que isso. "Sei Lá" repensa o lugar do cinema no País. Coloca a informalidade e a descontração dos diálogos num novo patamar. Constrói a possibilidade de cinema de entretenimento, com a genialidade de Joaquim Leitão. Convida homens e mulheres a rirem-se com esta história e provoca emoções em todos os que assistem. Afinal, falamos de uma história de Margarida Rebelo Pinto que vendeu 1,2 milhões de livros. Mas poderemos também falar da aposta ganha em bom cinema nacional. Escrito, dirigido e protagonizado em português. E que felicidade a minha. Poder criar esta "Luísa" imponente, com espaço para revelar as suas fragilidades. Até porque estas personagens, das minhas queridas Leonor Seixas (Madalena), Patrícia Bull (Mariana) e ainda Gabriela Barros (Catarina), evocam as maiores sensibilidades. E colocam no devido lugar o espaço da amizade feminina, do luto e da procura do amor. Mas com reconhecimento do outro género e do seu pragmatismo. A infindável guerra dos sexos. A procura do encaixe perfeito. Existirão homens, mulheres, histórias perfeitas?! Já sabemos que a perfeição enquadra-se muito bem nas películas. De resto... o melhor está cumprido. Deixo corpo e alma nesta personagem. E entrego-vos a vocês a decisão. De ver e desfrutar deste filme. Sei Lá...".
Sei Lá..."
"Hoje estreia o filme "Sei Lá". E não é apenas por ter feito este filme, que hoje o coloco nesta crónica. Coloco-o nestes meus pensamentos, pela necessidade de partilhar convosco algo de tão feliz. Por todo o processo de seleção, por todo o tempo de construção e de envolvimento que entreguei a esta personagem. Esta "Luísa" que tanto me encantou e ainda hoje me é difícil guardar na caixinha. Nutro por esta história e por esta mulher uma profunda paixão. Pela sua determinação, pela sua coragem. Pela maneira como usa o poder feminino, mas sem ser vulgar. Pela carismática atitude, que em tudo se manifesta, sem esquecer o poder da verdadeira amizade. E aquilo que a prende às restantes amigas da sua vida. Este filme vai ser uma grande experiência para todos vocês. Será uma viagem com um ponto de partida, a relação entre quatro amigas. Mas será muito mais do que isso. "Sei Lá" repensa o lugar do cinema no País. Coloca a informalidade e a descontração dos diálogos num novo patamar. Constrói a possibilidade de cinema de entretenimento, com a genialidade de Joaquim Leitão. Convida homens e mulheres a rirem-se com esta história e provoca emoções em todos os que assistem. Afinal, falamos de uma história de Margarida Rebelo Pinto que vendeu 1,2 milhões de livros. Mas poderemos também falar da aposta ganha em bom cinema nacional. Escrito, dirigido e protagonizado em português. E que felicidade a minha. Poder criar esta "Luísa" imponente, com espaço para revelar as suas fragilidades. Até porque estas personagens, das minhas queridas Leonor Seixas (Madalena), Patrícia Bull (Mariana) e ainda Gabriela Barros (Catarina), evocam as maiores sensibilidades. E colocam no devido lugar o espaço da amizade feminina, do luto e da procura do amor. Mas com reconhecimento do outro género e do seu pragmatismo. A infindável guerra dos sexos. A procura do encaixe perfeito. Existirão homens, mulheres, histórias perfeitas?! Já sabemos que a perfeição enquadra-se muito bem nas películas. De resto... o melhor está cumprido. Deixo corpo e alma nesta personagem. E entrego-vos a vocês a decisão. De ver e desfrutar deste filme. Sei Lá...".
terça-feira, 1 de abril de 2014
Medos.
Há 3 medos que tenho e que não me abandonam. Muitos mais existirão, mas estes são aqueles em que reparo e que no meu dia-a-dia, de certa forma, me condicionam.
- Medo de gatos! - medo, nojo, acho-os falsos e não consigo estar ao pé deles (a minha vizinha de baixo tinha logo de ter a casa cheia deles, por sinal!). Sou capaz de passar para o outro lado da rua quando vejo um, se bem que, numa tentativa de o superar, tento continuar o meu caminho... (com as mãos a tremer e o coração a bater forte).
- Medo de passar a passadeira se não estiver sinal verde: não percebo porque é que as pessoas fazem isto! Passam a rua sem o sinal estar verde e a desculpa é, quase sempre mas não vinham carros! Uma ova que não vêm! Vêm sempre. Seja mais lá ao fundo ou mais perto, eles vêm. Eu própria sou condutora e acho um perigo as pessoas que passam quando o sinal não está verde. E depois querem que eu também o faça. Ok, às vezes a rua está mesmo sem carros mas... não consigo!
- Medo de conduzir em auto-estradas: isto sim, é um medo imensooooo. As pessoas dizem-me que não tem jeito nenhum, que é só andar para a frente mas... não é só andar para a frente! Não gosto mesmo e sinto repercussões físicas: pânico, suor, mãos geladas (mais do que o costume), bexiga cheia, pernas a tremer... tudo. Conduzo em todo o lado e com todas as condições: sol, chuva torrencial, subidas, descidas, rotundas, vias rápidas... Mas não em auto-estradas (se bem que sei que, se tiver um local de trabalho numa grande cidade, vou precisar...). Estou a tentar ultrapassar este medo e ontem lá conduzi numa mas...
Preciso de me recuperar!
- Medo de gatos! - medo, nojo, acho-os falsos e não consigo estar ao pé deles (a minha vizinha de baixo tinha logo de ter a casa cheia deles, por sinal!). Sou capaz de passar para o outro lado da rua quando vejo um, se bem que, numa tentativa de o superar, tento continuar o meu caminho... (com as mãos a tremer e o coração a bater forte).
- Medo de passar a passadeira se não estiver sinal verde: não percebo porque é que as pessoas fazem isto! Passam a rua sem o sinal estar verde e a desculpa é, quase sempre mas não vinham carros! Uma ova que não vêm! Vêm sempre. Seja mais lá ao fundo ou mais perto, eles vêm. Eu própria sou condutora e acho um perigo as pessoas que passam quando o sinal não está verde. E depois querem que eu também o faça. Ok, às vezes a rua está mesmo sem carros mas... não consigo!
- Medo de conduzir em auto-estradas: isto sim, é um medo imensooooo. As pessoas dizem-me que não tem jeito nenhum, que é só andar para a frente mas... não é só andar para a frente! Não gosto mesmo e sinto repercussões físicas: pânico, suor, mãos geladas (mais do que o costume), bexiga cheia, pernas a tremer... tudo. Conduzo em todo o lado e com todas as condições: sol, chuva torrencial, subidas, descidas, rotundas, vias rápidas... Mas não em auto-estradas (se bem que sei que, se tiver um local de trabalho numa grande cidade, vou precisar...). Estou a tentar ultrapassar este medo e ontem lá conduzi numa mas...
Preciso de me recuperar!
Terça-feira: valeu a pena ter saído de casa.
5h30: o despertador toca. Será que me cheguei sequer a deitar?
Ter um jantar no dia anterior e adormecer por volta da meia noite quando se tem que acordar às cinco e meia não é fácil. Quase que jurei para mim própria que nunca mais! (vamos lá ver se cumpro :))
6h15: Fazer-me à estrada com botas até ao joelho, corta-vento, chapéu de chuva e mala em que o mundo cabe lá dentro (sim, voltei a usar a mala enorme. Preciso de levar imensa coisa comigo e ao menos aí vai tudo lá dentro, não me cai tudo ao chão e não se molha tudo). Chovia torrencialmente mas lá fiz a minha caminhada matinal de 15 minutos para ir para a estação. O dia esperava-me.
As aulas que tive hoje foram super hiper mega interessantes. As duas primeiras principalmente. Uma, em que aprendi as intervenções que o enfermeiro deve ter na fase de reabilitação do doente com AVC. A outra, senti no corpo o que é fazer uma técnica de relaxamento. O objetivo era sentirmos aquilo que fazemos os nossos doentes sentirem, quando tomamos certas intervenções. Quero só dizer que é.... maravilhoso. Esta técnica permitiu que entrasse numa realidade completamente à parte (e é verdade, acredito piamente, mesmo sendo uma mulher da ciência). A voz a guiar-nos, o ambiente relaxante, a posição, a música calma de fundo, a contração e o relaxamento dos grupos musculares... Tudo valeu a pena! Cada vez mais acho que a medicina tradicional será complementada com a chamada "medicina alternativa" (que, na verdade, de alternativa não tem nada!).
Dia de chuva intensa, fiquei molhada (mas menos, hoje levei chapéu de chuva), o dia foi cinzento e estou com as minhas energias quase a 10% mas... a tarde foi de estudo e o dia valeu a pena! A minha mamy, de manhã, ainda me perguntou: "Tens mesmo que ir a esta aula? Está a chover horrores, nem dá para andar na rua." (e a minha mãe a dizer-me isto, ela que é 1000000% apologista das aulas, por isso imaginem como estava a chover).
Ter um jantar no dia anterior e adormecer por volta da meia noite quando se tem que acordar às cinco e meia não é fácil. Quase que jurei para mim própria que nunca mais! (vamos lá ver se cumpro :))
6h15: Fazer-me à estrada com botas até ao joelho, corta-vento, chapéu de chuva e mala em que o mundo cabe lá dentro (sim, voltei a usar a mala enorme. Preciso de levar imensa coisa comigo e ao menos aí vai tudo lá dentro, não me cai tudo ao chão e não se molha tudo). Chovia torrencialmente mas lá fiz a minha caminhada matinal de 15 minutos para ir para a estação. O dia esperava-me.
As aulas que tive hoje foram super hiper mega interessantes. As duas primeiras principalmente. Uma, em que aprendi as intervenções que o enfermeiro deve ter na fase de reabilitação do doente com AVC. A outra, senti no corpo o que é fazer uma técnica de relaxamento. O objetivo era sentirmos aquilo que fazemos os nossos doentes sentirem, quando tomamos certas intervenções. Quero só dizer que é.... maravilhoso. Esta técnica permitiu que entrasse numa realidade completamente à parte (e é verdade, acredito piamente, mesmo sendo uma mulher da ciência). A voz a guiar-nos, o ambiente relaxante, a posição, a música calma de fundo, a contração e o relaxamento dos grupos musculares... Tudo valeu a pena! Cada vez mais acho que a medicina tradicional será complementada com a chamada "medicina alternativa" (que, na verdade, de alternativa não tem nada!).
Dia de chuva intensa, fiquei molhada (mas menos, hoje levei chapéu de chuva), o dia foi cinzento e estou com as minhas energias quase a 10% mas... a tarde foi de estudo e o dia valeu a pena! A minha mamy, de manhã, ainda me perguntou: "Tens mesmo que ir a esta aula? Está a chover horrores, nem dá para andar na rua." (e a minha mãe a dizer-me isto, ela que é 1000000% apologista das aulas, por isso imaginem como estava a chover).
E eu respondi-lhe: "Oh mãe, claro que tenho de ir! O mundo não pára porque está a chover!".
E não é verdade? :)
domingo, 30 de março de 2014
Cada uma de nós é LINDA... à sua maneira.
No outro dia, a minha mãe ligou-me a dizer que uma das suas patroas, por sua vez, lhe tinha ligado e começou a conversa assim: "Amélia, eu liguei-lhe só mesmo para lhe dizer isto".
Eu tinha-a adicionado no facebook, porque eu própria tinha curiosidade em conhecê-la. É uma pessoa para quem a minha mãe trabalha, com quem conversa muito e acabou de ter uma bebé. Não sei porquê, sempre tive interesse em saber quem era e, visto que agora criou um facebook, resolvi adicioná-la. Aí, ela teve a oportunidade de ver mais fotografias minhas, de perceber algumas das coisas que me interessam, a forma como falo e... Bem. O que ela disse à minha mãe foi mais ou menos isto: "Amélia, liguei-lhe só mesmo para dizer isto. A sua filha é linda. Aliás, lindíssima. Ela tem uns dentes perfeitos, um sorriso maravilhoso, um cabelo lindíssimo... tudo. Ela é mesmo linda."
O que é que se responde depois de ouvir algo assim? Uma pessoa que não me conhece, apenas por fotografias, é capaz de dizer isto de mim. E aí, pus-me a pensar:
Eu tinha-a adicionado no facebook, porque eu própria tinha curiosidade em conhecê-la. É uma pessoa para quem a minha mãe trabalha, com quem conversa muito e acabou de ter uma bebé. Não sei porquê, sempre tive interesse em saber quem era e, visto que agora criou um facebook, resolvi adicioná-la. Aí, ela teve a oportunidade de ver mais fotografias minhas, de perceber algumas das coisas que me interessam, a forma como falo e... Bem. O que ela disse à minha mãe foi mais ou menos isto: "Amélia, liguei-lhe só mesmo para dizer isto. A sua filha é linda. Aliás, lindíssima. Ela tem uns dentes perfeitos, um sorriso maravilhoso, um cabelo lindíssimo... tudo. Ela é mesmo linda."
O que é que se responde depois de ouvir algo assim? Uma pessoa que não me conhece, apenas por fotografias, é capaz de dizer isto de mim. E aí, pus-me a pensar:
Porque é que só olhamos para aquilo que temos de pior?
É verdade que há dias em que nem nos apetece sair da cama mas, normalmente, todos os dias, quando alguém me diz estás tão bonita!, eu desculpo-me sempre (como se houvesse alguma coisa para desculpar), dizendo oh, não, estou igual a ontem. se calhar é esta cor que sobressai em mim ou então és tu que estás mais bem disposta e vês as coisas de forma diferente. Não. Sou mesmo eu que estou mais bonita, provavelmente porque sorrio mais (acredito piemente que, o sorriso numa mulher permite ver quem realmente ela é), porque estou mais bem-disposta ou porque aquele dia é mais especial para mim. Quando me confrontei com este pensamento, que constantemente tenho mas que raramente reparo, senti uma tristeza profunda. Por mim e por todas as mulheres que não se sentem bonitas. Todos os dias. Cada uma à sua maneira. E lembrei-me logo do anúncio televisivo do link abaixo.
É claro que vão continuar a existir dias em que não me vai apetecer sair da cama. Em que nenhuma cor me fica bem e em que o meu cabelo parece pior do que nunca. Só que a verdade é que o mundo não pára nem deixa de precisar de mim por me sentir assim.
Por isso, é necessário levantar a cabeça, sorrir e pensar, tal como no anúncio:
Você é mais bonita do que imagina.
http://www.youtube.com/watch?v=ABups4euCW4
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