terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Uma manhã diferente: No Você na TV!

Se queríamos fazer alguma coisa diferente e para nos divertirmos, seria irmos aqui.
A ideia já existia há muito tempo, mas só agora é que a concretizámos. 
Uma manhã diferente e bem especial! :))








segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

As fotografias - sexta-feira de sol.

Há quem olhe para nós e nos ache sempre lindas. Quem veja a beleza mesmo quando não é fisicamente visível. Mesmo quando estamos uma lástima. 
Obrigada.











(Obrigada por perceberes sempre o que eu preciso, minha A.!)






quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Ruca.

O meu cão.
Toda a gente me pergunta qual a razão para lhe ter dado este nome. Só eu sei o quão especial é.

O João, queria um cão. Tanto andou, tanto pediu, que lá lhe fizemos a vontade. E veio.
A verdade é que hoje em dia quem toma conta dele e está sempre com ele sou eu. Adoro-o. Do fundo do coração.
A minha mãe costuma-me dizer que pareço a mãe dele.
Fui eu que fiquei com ele no primeiro dia, em que chegou, aconchegadinho no meu colo.
Sou eu que o leva a passear com todo o entusiasmo e corro até mais não com ele. (Ou melhor, ele é que me leva a passear a mim...).
Na noite de Natal, quando chovia torrencialmente, fui eu que fui lá fora com ele.
Sou eu que o habituo mal e, quando faz alguma coisa que não devia, é atrás de mim que se vem esconder.
Raramente deixa dar festinhas, mas quando o ponho de castigo não pára de me dar beijinhos.
E, apesar do grande porte, tem medo de tudo! (do barulho de motores de carros; de panos a abanar, de chapéus de chuva... entre mais 30 000 coisas).

A questão é que, quando alguém decide ter um "Ruca", tem de estar de alma e coração para ele. Para lhe dar amor e carinho. Para o compreender. Para ter as condições necessárias.
Os maus tratos aos animais são atitudes que não consigo compreender e que não me são, de todo, aceitáveis.

Toda a gente me diz que ele vai crescer imenso e ser enorme. Não me importo nada. Crescimento é sinal de vitalidade. De felicidade.
Ele dá-me muita. :)













domingo, 2 de fevereiro de 2014

Novo "look" do blog: O-b-r-i-g-a-d-a Beatriz!

A Beatriz Branco é uma artista. Sem dúvida. E faz as coisas com gosto, muito gosto.

Quando comecei este blog, tinha razões muito fortes para o fazer. Acabou por ser um dos meus "escapes" em que apenas queria aquilo que o título e a decoração diziam: ser muito cor-de-rosa.

Hoje, quando penso nele, continua a ser um dos meus escapes mas consigo perceber que, apesar de a minha vida ter muito de cor-de-rosa, também tem alguma coisa que não é. Assim, pedi à Beatriz para me fazer uma decoração mais simples, mais natural, mais verdadeira Susana.

E aqui está. A Beatriz faz as coisas com o maior gosto do mundo e sei que quando lhe peço alguma coisa para este blog, ela lhe dá tanto carinho e atenção como eu dou!

Mais uma vez, mil obrigadas Bia! :))

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Crónica de Ana Rita Clara - Adorei!

Ontem ia no metro e estava lá o jornal do dia anterior. Por curiosidade e por não ter mais nada que fazer (visto que já estava a chegar ao meu destino e não conseguia estudar), li esta crónica e adorei-a. Não pude deixar de partilhar :))

"Preparado para pescar a sua vida?

A palavra felicidade remete-nos para um imaginário de beleza, preenchimento humano e virtudes. "Traduz-se num estado de espírito de bem-estar, de durável satisfação, em que nos sentimos plenamente felizes e realizados". E é aqui que encontramos o grande dilema. "De durável satisfação...". Apenas um curto espaço de tempo. Sempre curto demais para tantos novos desejos e ambições que, de repente, o corpo e a mente reclamam. Esta vontade de mais, aliada à momentânea "felicidade", leva-nos até onde hoje nos encontramos. A uma profunda tristeza e desconsideração por aquilo que realmente nos torna mais felizes. Aquilo que nos difere dos animais é a chamada consciência. E é essa mesma consciência que dispara o interruptor quando necessitamos de algum fôlego na nossa vida. Da mesma forma que nos apresenta o sinal vermelho, caso estejamos a passar dos nossos próprios limites. O alerta está sempre presente. Como uma luz intermitente que não pára de nos colocar em causa e pretende levar a sua avante. Mas é essa real diferença humana, em relação a outras espécies, que nos permite fazer as "escolhas". Todos nós podemos ser felizes. Apenas devemos "escolher" isso mesmo. O ser humano parece até conviver na perfeição com a infelicidade, como se, inclusive, já se tivesse moldado a ela. Habituado a esse estado que perpetua o cinzentismo e que arranca o negativo que existe em nós. É tempo de encarar a sua vida. Que apenas vive das suas escolhas. Seja responsável pelo seu caminho e não fuja nunca daquilo que realmente é. "O velho Ted estava há horas a pescar na margem do rio sem apanhar nada. Com o calor e as cervejas que entretanto tinha bebido, adormeceu. Por isso, não estava acordado quando um grande peixe mordeu o isco, puxou a linha e o acordou. Ele acabou por se desequilibrar e cair no rio". Seja você a apanhar o "peixe" que é a sua vida. E esteja sempre à espera daquilo que merece e para o qual sempre se preparou. Esteja alerta, consciente das suas emoções, motivações e destino. Está a ver como é tão simples ser FELIZ? Comece ainda hoje."

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A história da fotografia.

Todas as fotografias têm uma história.
Esta também o tem e representa, totalmente, aquilo que gosto mais em mim.

Foi no dia de anos de uma amiga muito amiga, a Alexandra. Já há dois anos. Estávamos no jantar dos seus anos, a celebrar os seus 18. A maioridade. Naquela altura, achávamos que isso ia mudar muita coisa. Que íamos ser adultas com mil e uma ocupações. De facto, isso aconteceu, com uma única diferença: o nosso interior permaneceu o mesmo. E aquelas pessoas que eram como a nossa casa... continuam a suportá-la.
Tinha lá muita gente de quem gostava. Tinha alguns dos meus, e isso é tão importante.

Estava a sorrir. Com toda a vontade. Acho que se nota. Era Verão, estava calor. Quem me conhece bem sabe que não gosto de chuva. Nada mesmo. Deixa-me triste e deprimida. Sou adepta dos calções, dos vestidos, do branco, das cores do Sol. Portanto, esta fotografia realça o que de melhor tenho em mim e o que mais gosto. A Marta, também uma amiga muito amiga, disse-me há uns dias:
Tu podias dar aulas de aeróbica. Tens imensa energia e não páras quieta. (Isto porque estava a dançar o Just Dance e fazia muito mais movimentos, mesmo descoordenados, do que aquilo que era pedido).

Nos dias mais cinzentos, naqueles em que nem me apetece levantar, procuro sempre esta fotografia. É exatamente isto que eu sou. Faço-me por lembrar disso e ponho-me a pé.

Mais um dia. Venha ele.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

"Doce Larica".

Sou uma daquelas pessoas que precisa de doces. É mesmo uma necessidade. Por muita alimentação saudável que tente fazer (e faço) e por muito exercício que inclua na minha vida (e ultimamente tem tido muito mais), não consigo passar sem doces. Nem que seja um pequenino, mas tem de ser!

Qual é a minha surpresa quando, hoje de manhã, depois de acordar de madrugada, vejo na faculdade onde estudo um panfleto que tem copinhos de doces, com um aspeto delicioso! Não conhecia a rua onde a loja se situava, mas prometi para mim mesma: vou lá rapidamente.

Na hora de almoço, quando desci as escadas, afinal uma "amostra" da loja Doce Larica estava na faculdade! Fiquei completamente encantada. A verdade é que os doces são mesmo deliciosos e são uma ternura. Comprei dois com uma amiga e trouxe mais quatro para casa. São pequeninos e na dose certa, para me alegrar o dia!

A sua descrição no facebook é:

Era uma vez...Uma cozinha e dela só saía alegria e amor. Um certo dia, os sentimentos se transformaram em delícias e espalharam a alegria para todos!
https://www.facebook.com/docelarica/info


Acho que esta descrição tem tudo haver comigo!
É de aproveitar. A doçura que isto pode trazer a um dia. Vale tanto a pena!