domingo, 26 de janeiro de 2014

"Gosto de ti!"

A frase que diria para descrever este livro é, exatamente, a que está na sua contracapa: 

Doce, divertida e verdadeira.
Uma história de Amor que te vai tocar o coração.

Adorei-o. Absolutamente. Não me identifiquei totalmente com tudo (aliás, acho que até com muito pouco), mas aquilo que mais me cativou foi, sem dúvida, a forma simples como as coisas são escritas. Como os pensamentos surgem, tal e qual. 
Naquele contexto, não era uma rapariga, personagem de um livro, a pensar e a falar, mas poderia ser qualquer uma de nós. Foi isso que me transportou um bocadinho para esse mundo paralelo. 

Acho que posso dizer: foi o livro certo, com os pensamentos certos, no momento certo.

P.S: Pela primeira vez, fiz aquilo que uma pessoa, que entrou na minha vida há muito tempo (mas só agora a descobri) costuma fazer: sublinhar as frases que mais gosta. :))


"E, sem dúvida, não é preciso sabermos tudo, definirmos claramente as relações e as pessoas. Embora seja verdade que antes essa definição existia e era clara, inequívoca."

"Dizem que aquilo que desejamos demasiado nunca chega e que quanto mais te preparas para alguma coisa mais ela se afasta de ti. Esta teoria também se aplica no sentido inverso: se pedes com todo o coração que algo não aconteça, podes ter a certeza de que não tardará a acontecer. E de nada vale armarmo-nos em espertos e fingirmos que queremos alguma coisa que, na realidade, pretendemos evitar a todo o custo. O melhor que se pode fazer é não pensarmos. É uma pena que não o consiga fazer."

"Acreditas no destino?
Volta a tentar."

"O que quero dizer é que acredito que as coisas têm um sentido em si mesmas, enquanto nós só vemos o sentido que lhes queremos dar."

"Sinto-me tonta e desajeitada."

"De vez em quando ouço uma frase ou uma canção, por acaso, ou leio um livro, e é como se me estivessem a tentar dizer alguma coisa."

"Escuto-a intrigada, fascinada pelas suas palavras. O que mais me deixa perplexa é a segurança com que se explica. Eu sou incapaz de dizer mais do que duas ou três frases seguidas. Tenho sempre medo de aborrecer."

"No entanto, por vezes, certas combinações de factos parecem indicar-te o que fazer."

"O que sei é que, neste momento, pensar no meu presente e no meu futuro não me atormenta."

"Não te afastes das pessoas autênticas, olha que não há muitas."

"Obviamente, as máscaras não se destroem assim tão facilmente."

"Isso é talvez o que eu temo. Todas as minhas obsessões podem desaparecer, arrastadas por esta felicidade repentina e, embora saiba que deveria estar grata, ao mesmo tempo sinto falta do meu mundo de inseguranças e de solidão."

"Era a pessoa certa no momento errado. Conhecemo-nos demasiado cedo. Se nos tivéssemos conhecido agora as coisas teriam sido diferentes. Eu estava apaixonada e ele também. Mas as coisas mudam, já se sabe, e quando acabas não queres pensar que estavas realmente apaixonada, porque isso significaria que terias perdido a pessoa que amavas."

"Porque te acostumaste a pensar que está tudo bem quando estás feliz, quando sorris, quando te estás a divertir e que tudo o resto é um desvio; se choras é um desvio, se estás triste, se amas e não és correspondida... Mas não pode ser assim..."

"É como se fizesses reset e começasses do início. Sinto-me um pouco assim esta manhã; tenho a sensação de que dormi uma semana inteira e estou pronta para recomeçar do início; sinto-me com energia para enfrentar este dia. Se calhar o sono não é valorizado como devia; se calhar, às vezes, bastava dormir profundamente muitas horas seguidas."

"É normal discutir e dizer-se tudo e mais alguma coisa, mas depois podes reconciliar-te. A vida funciona assim, segundo parece."

"Quando olho para trás, nunca sei reconstruir o que realmente aconteceu, descobrir as causas ou as razões que me levaram a comportar-me de determinada maneira. Então, volto a fazer planos para o futuro e existem sempre aquelas duas vozes a borbulhar no meu cérebro: uma que me diz para deixar que as coisas aconteçam; a outra que lute. E, no final, não faço nem uma coisa nem outra, vou oscilando entre as duas."

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Meu.

Hoje apercebi-me de que não consigo ser a super mulher. O meu esforço, que trago há já uns quantos meses para conseguir tudo e não deixar nada para trás, é o mesmo que faço em tudo aquilo a que me entrego. E, na verdade, só o faço mesmo ao que gosto de coração.
Mas ser a super-mulher?
É-me impossível e foi errado pensar que conseguia. Não é, de todo, o meu objetivo, mas é o que necessitava para conseguir ultrapassar os últimos dois meses e o próximo mês, sem abdicar nada. Aquilo que percebi foi que, ao não abdicar de nada que me pertence mas que me exterioriza, estou a abdicar de mim. Do que eu sou. E do que eu preciso.

O facto de hoje ter percebido isto... não me pareceu um erro. Pareceu-me, sim, um sinal de crescimento, vida adulta e responsabilidade!


sábado, 18 de janeiro de 2014

Marlene.

10 de Dezembro. 19h. Foi sobre ti que me apeteceu escrever.

"No dia do meu aniversário, foi sobre ti que me apeteceu escrever. Desculpa não ter atendido os teus telefonemas às 00h, 00h01 e às 00h02. Sei que terias sido a primeira pessoa a dar-me os parabéns, tal como sei que terás contado mentalmente as horas e os minutos que faltavam até o meu grande dia chegar. É a tradição.
Este texto é diferente de todos (tal como os outros) porque a nossa ligação é diferente. Sinto-te e vejo-te todos os dias. É como se estivesses sempre ao pé de mim.
Lembro-me das primeiras férias em que passei o tempo todo contigo, quando fizeste 18 anos. Hoje sou eu que faço 19. Lembro-me do ano seguinte, em que também passei o tempo todo contigo, mas dentro de uma loja de móveis. E foi tão divertido! (Tirando a parte em que apareceu uma aranha gigante e quase destruí a loja).
Outro dado muito importante nosso: as cartas. Já as nossas mães escreviam e nós mantemos a tradição. Tenho-as todas guardadas (até aquela que é um simples lenço de papel escrito à pressa na estação dos correios). Às vezes leio-as.
Há ligações na nossa vida que são inexplicáveis. A nossa é uma delas.
São anos, anos e anos. Desde quando não gostava de ti e te batia com a escova do cabelo; desde quando ia com os meus pais de férias e queria dormir sempre contigo; desde quando desmanchávamos a cama toda antes de dormir porque era lá no fundo, bem no escuro, que estava a lua. Desde a altura em que passei a ser eu a ir sozinha de férias e vir sempre lavada em lágrimas (facto que ainda hoje acontece).
Desde sempre, e até agora.
Só agora? Não.
Até para sempre.
Gosto muito de ti prima-gémea! (nome que, mesmo sem explicação, te continuo a dar)."

Hoje, ao falar contigo sobre o vestido de princesa que quero vestir no teu casamento, lembrei-me que te tinha escrito isto. Já há algum tempo. Mas ainda não o tinha publicado.
Adoro-te.








Lisboa.

Lisboa trouxe-me a grandiosidade das coisas. Demorei algum tempo a aperceber-me disto, mas é a verdade. Essa grandiosidade não é necessariamente boa mas, também, não é necessariamente má. É o desenrolar normal.
Quando fiz esta escolha, não estava bem ciente do que ela me traria. Não me tinha dado conta das mais de 3h de transportes por dia, das madrugadas que passariam a ser as minhas tardes, do cansaço envolvido, das horas perdidas mas, principalmente, das muitas horas ganhas. Quando se começou tudo a acumular, quando, com tudo o que tenho para fazer e com tudo o que me é exigido (não apenas a nível profissional) finalmente entendi o que tinha escolhido, já estava apaixonada. Apaixonada pelos ossos, pelos músculos, pelo cuidar, pela profissão que queria.
São as nossas escolhas. E eu não me arrependo da minha. Muito pelo contrário. Se Lisboa me trouxe a grandiosidade de tudo, dos edifícios, das pessoas com quem contacto, da própria cidade, fez-me também compreender a importância que tem a minha casa. Que não é só uma casa, é um lar. A felicidade que é voltar todos os dias para a minha terra, onde sei que estão as minhas pessoas.
E que sei que estará sempre à minha espera.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Cristiano Ronaldo.

Humano. Este é o adjetivo que lhe consigo atribuir. Não só pelas lágrimas na entrega da Bola de Ouro, ontem, mas por todo o seu percurso. Por tudo o que atingiu com muito trabalho, muita entrega, desde muito novo. É isto que um ser humano quer. Ser o melhor naquilo que mais gosta e distinguir-se. Ter uma família maravilhosa. Ter amor àquilo que se faz. Ter amor a quem está lá para ele, seja conhecido ou não.
Isto é o que eu vejo no Cristiano Ronaldo. Desde muito nova. Ainda me lembro quando em menina colava os posters dele na parede, tinha ele uns 19 anos. Hoje sou eu que os tenho. O tempo passa muito rápido e traz-nos o crescimento. A emoção. A humanização cada vez mais forte. As lágrimas.
Aquelas lágrimas não foram só dele: foram de todos os que ambicionam, lutam, se esforçam, se entregam, são humildes, simples e são reconhecidos por isso. Seja em que área for. Foram também lágrimas de quem gosta e se orgulha da tradição. De quem se orgulha do melhor do mundo ser nosso.
O meu irmão diz-me frequentemente: "Mana, quando for grande vou ser como o Cristiano Ronaldo". Eu respondo-lhe sempre: "Tenho a certeza que sim, meu amor". E penso: Também tu, um dia, te vais sentir e ser o melhor do mundo, como o Cristiano.


Parabéns Cristiano Ronaldo. Do fundo do coração.


domingo, 12 de janeiro de 2014

Domingo: dia de família, amigos e muffins de maçã e canela!

Adoro o Domingo. É o meu dia preferido da semana desde sempre. Traz-me tranquilidade e eu preciso tanto dela. Nem sempre consigo fazer tudo o que gosto, tudo o que quero e, apesar de ser o dia que antecipa a Segunda, não me importo. Na verdade, as minhas Segundas passaram a ser vividas a cores e não a preto e branco. O segredo está nas coisas boas da vida, mesmo à nossa frente.

É neste dia que posso ir passear o meu cão, o Ruca. Ou melhor, é quase ele que me passeia a mim. Desde que chegou cá a casa, ajuda-me a fazer exercício físico de uma maneira incrível. Corro, corro e corro. E sabe tão bem! :)

Depois: visitinha a uma amiga muito amiga, a minha Sofia! Hoje foi a ela. As alturas dos exames, trabalhos e aulas deixam-nos loucas e com uma ansiedade crescente, por isso, frequentemente (é quase 100% certo), costumo-me ausentar... algum tempo. Não gosto que assim seja mas é verdade: entro dentro da carapaça e durante uns dias (quase meses) não é possível saber de mim. Hoje quis que fosse diferente.


Almoço: especialíssimo com a mamy e o maninho! Adoro os almoços de Domingo: como todos os dias, é um almoço, mas para mim é especialíssimo. É dia de família.

À tarde: Fazer muffins de maçã e canela! Adoro cozinhar. Adoro, adoro, adoro. Acho que herdei o jeito da minha mãe e das outras mulheres da família. Quanto estou stressada ou ansiosa, cozinho doces. É tão frequente isto acontecer. A Ninó (uma amiga muito amiga) costuma dizer-me que pareço a "Izzie" da Anatomia de Grey. E é verdade. Na maneira de ser sou tal e qual. 
Ontem comprei um muffin com este sabor e achei o preço caríssimo (ainda para mais eu, poupada como sou!). Decidi então fazer os meus muffins. A receita não é minha, mas o esforço, o trabalho, a dedicação e o amor a fazê-los são. Por isso, aqui estão:
Super rápidos e fáceis de fazer, saudáveis (a preocupação com a alimentação continua!) e deliciosos!



Para acabar bem o dia, ver os programas de tarde que dão na televisão. Sou mesmo uma menina da aldeia, sei perfeitamente disso. E com tanto gosto. Adoro a música popular portuguesa, que me faz lembrar os Verões na terrinha. A ingenuidade. A humildade. O gosto pela comida. O gosto pela tradição portuguesa...

Bom Domingo! :)

sábado, 11 de janeiro de 2014

Parabéns Ninó!

É a minha primeira amiga (muito amiga) a entrar na casa dos 20 e isso é muito, mas muito especial!
Acredito que a forma como entramos em qualquer que seja a fase da nossa vida a vai influenciar e ditar como irá correr. E esta, só pode correr bem!

Costumo dizer que "20 é igual a 30", apesar de saber que há dez anos ali no meio onde, realmente, se vive a vida! Ainda assim, da maneira como o tempo está a passar rápido, de como as 24h do nosso dia já não chegam, como cada vez nos envolvemos em mais coisas mesmo sem termos disponibilidade para elas....

Minha querida Ninó:
Mesmo não estando juntas neste dia, que para mim é tão especial como para ti, quero que saibas que estou sempre a pensar em ti e que nós, todas, tentámos imensamente conseguir ir ter contigo, entre frequências, exames, trabalhos de grupo, trabalhos profissionais e compromissos. Não conseguimos mesmo
Tu sabes, estamos a ficar adultas. E este processo já acontece há muito tempo. Porque aquilo que passámos, que vivemos e que faz a nossa história não foi nada fácil. Não se definiu aos filmes que passam na televisão com os mundos cor-de-rosa das adolescentes. 
Apesar disso, já adultas, conseguimos ter o nosso mundo cor-de-rosa e esse é o melhor. É por isso que, agora, temos que lidar com as escolhas e decisões que tomámos.

Para completar a mensagem que te enviei ontem (hoje à meia noite): 
Parabéns princesinha da minha vida! És a primeira de nós a entrar na casa dos 20, e isso é algo tão mas tão especial! Prometo que amanhã (hoje daqui a umas horas) te envio a mensagem que tu realmente mereces receber. Agora preciso mesmo de dormir porque a tua voz da razão (eu) tem tentado ser a super mulher mas isto não está nada fácil!
Um beijinho do tamanho do nosso mundo <3
Gosto muito de ti!

Aqui está. Esta é a mensagem que realmente mereces.
Gosto muito de ti!



segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Feliz início (e fim) de ano Novo!

Sou daquelas pessoas que acredita que é importantíssima a forma como passamos o Ano Novo. Não tão fã de Natal mas vibro com esta altura do ano. A forma como fazemos aquela passagem. As horas antes e as horas depois. O que pedimos. Acredito que esta noite se reflete no resto do ano. Como a vivemos, como nos vestimos, como sorrimos. A cor que lhe damos.
Há dias que são envolvidos pelo preto e o cinzento. Mas dou muito mais valor aos que se pautam maioritariamente por azuis, cor-de-rosa, verdes, amarelos. Os que são marcados por luz. 
Somos nós que damos a cor à nossa vida. Que a tornamos verdadeiramente nossa.
Cada ano é um novo recomeço. Para tudo.
Principalmente para sermos felizes.

  


sábado, 28 de dezembro de 2013

A "Tininha".

Desde sempre que para mim foi a "Tininha". A primeira imagem que tenho dela na minha cabeça foi no 1º dia que começou o programa Você na TV. Lembro-me perfeitamente.
E, ainda hoje, nos dias em que a minha mãe me telefona e pergunta o que estou a fazer, a resposta é habitual: "Estou a ver a Tininha".
É engraçado poder ter tido a oportunidade de falar com a Cristina Ferreira. Como muita gente neste país, adorei! Eu, lá toda envergonhada, fui meter um minutinho de conversa.
Não sou nada destas coisas e até sou um bocadinho tímida (um bocadinho grande!), mas quando a vi, pensei nos comentários das minhas amigas que me dizem constantemente: Tu és tal e qual ela! 
E é verdade. Estar sempre a falar alto, a rir alto e muito, muito frequentemente e com uma sensibilidade extrema. Pelo menos é o que nos passa cá para fora da sua pessoa. E, quanto a mim, é como sou.
E eu acredito ser a verdade.
Gosto muito de pessoas assim. Que lutam pelo seu destino. Que se distinguem. Pela sua humildade, esforço e luta. Por percorrerem os seus sonhos. E por os conseguirem realizar.

Obrigada, Tininha :)




terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A carta... obrigada! Feliz Natal!

Foi uma prendinha que, mesmo vindo de longe, chegou a todo o tempo. E hoje, li-a outra vez. Porque é Véspera de Natal e porque o Natal também é feito do que vou escrever. Aliás, o meu é muito feito destas coisas. Aqui vai:

"Susie:
Olá 19 aninhos, olá princesa! Esta é a minha forma de te dar algo físico, visto que não posso estar, pela primeira vez, contigo nesta data que te faz ficar tão ansiosa e a iniciar uma contagem decrescente semanas antes.
Eu sei que este ano não foi tão entusiasmante para ti, se não fossemos nós a "picar-te" e a querer, de alguma forma, festejar contigo como se nada tivesse mudado. Contudo, é necessário encarar a realidade: nada é como antes, mas nem tudo o que mudou é necessariamente mau!
Aviso-te já que não tenho grande jeito para cartas mas tenho jeito para mostrar o quanto gosto de ti e, que, para ver a minha voz da Razão feliz, eu experimento tudo para que, nem tu, nem eu possamos sentir o saudosismo de tudo, de forma tão intensa.
É apenas um miminho, nada comparado com o que nós faremos contigo, assim que te vir. Já te prometi um mega abraço mal chegar de Sete Rios. (...)
Eu adoro esta época do ano, adoro o cheiro do Natal a chegar, mas também adoro o teu entusiasmo nesta data. Faz-me sorrir e impede-me que esqueça que a minha borboleta faz anos e é mais um ano ao lado dela. Com isto tudo, é agradecer-te por me aceitares, manteres-me na tua vida e quereres cuidar da nossa amizade.
A tua amizade é uma das maiores certezas da minha vida; não que te tome como garantida, não me interpretes mal. Mas assim como o céu de Lisboa e de Coimbra são diferentes e únicos para mim, o teu mundo também o é.
Quando escreveste que eu era a corajosa do grupo e o teu oposto, devo dizer que tu és como a "Mãe" do grupo, no sentido carinhoso e racional. És a entusiasta e racional que dá vida e valor às nossas amizades. Se um dia cometer o maior erro de te perder, por favor bate-me e dá-me o maior sermão do mundo, porque vou merecer e ser a maior parva. Não se perde alguém como tu depois do que se passou entre nós.
És aquela que se dispõe a lutar e a esforçar-se se vês que o outro também o estará. Não precisas de falar muito para nos apercebermos do que queres transmitir.
Todos os mais ínfimos detalhes em ti mostram o que és, o que já passaste e todos os sonhos que ainda tens em ti. Tu nunca demonstras tudo de ti, nunca dás tudo. Apenas vais deixando cair o véu quando te sentes à vontade e confiando nos outros.
Obrigada por seres a Susana e, já viste?! 19 anos e tanto que cresceste e me permitiste conhecer em ti.
Tem um ótimo dia e faz favor de festejar e estares feliz com elas, por mim. Eu estou quase, quase aí. Quando menos esperares estou a bater-te à porta (...)
.
Adoro-te minha Razão.
P.S: Não faço a mínima ideia de quando é que esta carta chegará às tuas mãos, mas lê como se fosse dia 10 de Dezembro."


Assim, inspirada em todo o amor, carinho, amizade e família que recebi com esta Carta, há já alguns dias, desejo o mesmo para todos! Um feliz Natal recheado destes sentimentos e, mais importante que existirem hoje, é perdurarem o ano todo.
Amor, carinho, amizade e família. 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Para mim!

Hoje recebi uma prendinha muito, muito mas muito especial!
Aliás, este presentinho chegou desde que a Beatriz Branco (uma amiga que já conheço há muito tempo) se propôs a fazer o cabeçalho para o meu blog. Eu, claro, disse logo que sim! A verdade é que adoro estas coisas das tecnologias, principalmente porque nos fazem estar sempre mais próximos de quem queremos, mas não percebo nadinha de como funcionar com elas. Assim, fiquei contentíssima e a minha resposta foi mais que afirmativa!

Agora, há uns minutinhos atrás, dei permissão à Beatriz para mexer em tudo o que quisesse, para fazer, para mudar. (E logo eu, que sou tão renitente com mudanças, permiti isto!)
Quando voltei a entrar no blog e vi... Oh meu Deus! Está tão lindo, tão bem feito, com tanta dedicação, tão cor-de-rosa, tão eu...

Muito, muito, muito obrigada Beatriz! Mil obrigadas!
Não posso postar nenhuma fotografia que mostre o quão radiante estou. Nos últimos tempos têm entrado (de maior ou menor forma) algumas "Beatrizes" na minha vida... e só me têm trazido o bem, força, coragem e dedicação. E eu gosto de pessoas assim!

OBRIGADA!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Sofia.

Tu és Sabedoria. É por isso que acho que o teu nome é tão apropriado para ti.
Hoje senti uma súbita necessidade de "falar" sobre ti. Não por uma razão em especial, mas simplesmente porque sim. Acho que é assim que deve ser. E porque, de manhã, ouvi uma coisa que, de repente, fez-me luz: disseste-me o mesmo há algum tempo.

É contigo que me sinto em casa. Felizmente, houve um dia que te trouxe à minha vida e, desde aí, tornaste-a muito mais rica. Identifico-me muito contigo porque sei que ambas procuramos a felicidade. E damos o melhor de nós. De todas as formas possíveis e imaginárias. 

Gosto muito que tu saibas a importância que tens na minha vida. E em como isso é estanque. Para mim tu és a Sofi e eu sei que sou a tua Susi. Mas sei, também, que sou muito mais do que isso. Tu és a minha única amiga que me trata como uma princesa. No sentido literal da palavra. É isso que represento na tua vida. Por aquilo que eu sou, que eu tenho e que ambiciono. E o mais engraçado? É que eu o sei.

Tenho que te agradecer por seres quem és comigo. Por me adorares. Por trazeres mais cor aos meus dias. Por estares sempre lá. Por estar tudo bem, mesmo quando eu não respondo às mensagens ou aos telefonemas. E por estar tudo bem quando tu fazes o mesmo. 
Por gostares tanto da minha família. Por fazeres parte dela. E, pelo facto de seres tal e qual como eu e não seres amiga de muitas pessoas, seres minha. És minha

E o que me disseste há algum tempo? Foi algo parecido com isto:
Tu és uma princesa Susi. És linda e nunca vais deixar de ser. Sabes porquê? Porque o facto de seres tão linda por dentro, tão boa pessoa, transparece-se cá fora.

Obrigada Sofi.
Gosto infinitivamente de ti.














domingo, 24 de novembro de 2013

L-i-v-r-o.

Desde que este livro saiu para o público, eu queria lê-lo. Por todas as razões e mais algumas. Mas principalmente porque fala sobre um problema grave de saúde. O Cancro. Da Mama. E eu vou ser enfermeira. Mas antes disso: Sou mulher. E tenho mulheres muito especiais na minha vida.
Assim, quando soube que a autora ia estar perto do sítio onde vivo, tive logo vontade de ir vê-la. Nunca percebi muito bem porque é que as pessoas anseiam tanto por um nome escrito num livro, até ontem.
Quando há uma história que nos toca onde os sentimentos nascem (no nosso coração), precisamos de ter contacto. De ver. De falar. De partilhar. E foi isso que aconteceu.
Portanto, não resisti a comprar o livro e a ser eu a ir pedir um autógrafo.

Gostei muito de ter um breve contacto com esta senhora. Há mulheres que o são, com um "M" grande.
Ontem, estive com uma delas.
E eu também acredito, que Também há finais felizes.












quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Amigos.

Há algum tempo, encontrei um texto que me fez pensar nesta questão. Amigos. 
Nunca fui uma pessoa de cultivar muitas amizades, por isso, aquelas que me conhecem bem e de quem eu gosto mesmo são poucas. Essas pessoas tiveram a persistência suficiente para fazer várias tentativas e me conhecer. E ainda bem que o fizeram.
Já tive algumas desilusões, mas é com elas que compreendi quem são as pessoas verdadeiramente presentes na minha vida. Amigas e amigos. Muito especiais. E do coração.




"Ter amigos é uma questão difícil. Ao longo da nossa vida, são poucas as amizades que se mantem imaculadas e poucas as que efetivamente resistem. Já todos nós tivemos uma desilusão com um amigo, alguém que acreditávamos conhecer tão bem e que de repente se revelou da pior forma. São estranhas estas andanças. Mas também já todos errámos com alguém de quem gostávamos muito e sabemos o quanto isso dói. Uma verdadeira amizade conhece o perdão. Mas a amizade, também é feita de surpresas boas, eu sou a prova disso. Algumas das minhas melhoras amigas, foram um dia pessoas que eu acreditava piamente não gostar, mesmo não as conhecendo. É absurda a forma como conseguimos classificar certas pessoas, não conhecendo uma única parte delas. Somos autênticos profissionais nesta arte da especulação. Quero acreditar que na maioria das vezes, não agimos de má fé, mas que simplesmente criámos este estúpido vício. Existe uma altura da nossa vida, em que tomamos consciência da realidade do nosso grupo de amigos. Percebemos que das dezenas que um dia achámos ter, poucos ficaram e que são esses poucos que valem realmente a pena. É nessa altura que podemos finalmente estabelecer essa segunda família, esse forte. Não imagino nada mais triste que uma vida sem amigos. O quão bom é saber que temos alguém que estará incondicionalmente do nosso lado, sejam quais forem as circunstâncias. E não há nada mais reconfortante, do que a certeza de sabermos com quem contar. Não há nada mais delicioso que ter aquele grupo de pessoas, que são como a nossa casa."

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

"Modelo"... por umas horas.

A ideia já surgiu há algum tempo mas ainda faltava a coragem para a realizar. Depois de um convite e de 8 anos de amizade... cá está! 
Sempre preferi fotografar (na minha maior inexperiência) a ser fotografada. É difícil encarar a forma como os outros nos vêem, como transmitem aquilo que somos na objetiva da sua máquina. Pois bem, hoje propus-me a isso. E como gostamos de tornar familiar tudo o que é novo, não havia melhor sítio para o fazer: a praia. 
Depois de ver o resultado final, dei-me conta que todas as expressões que encontrei são mesmo as expressões que faço todos os dias e me caracterizam.
Obrigada amiga, minha querida Alexandra, por, mais uma vez, me ajudares a concretizar o meu objetivo!