terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A carta... obrigada! Feliz Natal!

Foi uma prendinha que, mesmo vindo de longe, chegou a todo o tempo. E hoje, li-a outra vez. Porque é Véspera de Natal e porque o Natal também é feito do que vou escrever. Aliás, o meu é muito feito destas coisas. Aqui vai:

"Susie:
Olá 19 aninhos, olá princesa! Esta é a minha forma de te dar algo físico, visto que não posso estar, pela primeira vez, contigo nesta data que te faz ficar tão ansiosa e a iniciar uma contagem decrescente semanas antes.
Eu sei que este ano não foi tão entusiasmante para ti, se não fossemos nós a "picar-te" e a querer, de alguma forma, festejar contigo como se nada tivesse mudado. Contudo, é necessário encarar a realidade: nada é como antes, mas nem tudo o que mudou é necessariamente mau!
Aviso-te já que não tenho grande jeito para cartas mas tenho jeito para mostrar o quanto gosto de ti e, que, para ver a minha voz da Razão feliz, eu experimento tudo para que, nem tu, nem eu possamos sentir o saudosismo de tudo, de forma tão intensa.
É apenas um miminho, nada comparado com o que nós faremos contigo, assim que te vir. Já te prometi um mega abraço mal chegar de Sete Rios. (...)
Eu adoro esta época do ano, adoro o cheiro do Natal a chegar, mas também adoro o teu entusiasmo nesta data. Faz-me sorrir e impede-me que esqueça que a minha borboleta faz anos e é mais um ano ao lado dela. Com isto tudo, é agradecer-te por me aceitares, manteres-me na tua vida e quereres cuidar da nossa amizade.
A tua amizade é uma das maiores certezas da minha vida; não que te tome como garantida, não me interpretes mal. Mas assim como o céu de Lisboa e de Coimbra são diferentes e únicos para mim, o teu mundo também o é.
Quando escreveste que eu era a corajosa do grupo e o teu oposto, devo dizer que tu és como a "Mãe" do grupo, no sentido carinhoso e racional. És a entusiasta e racional que dá vida e valor às nossas amizades. Se um dia cometer o maior erro de te perder, por favor bate-me e dá-me o maior sermão do mundo, porque vou merecer e ser a maior parva. Não se perde alguém como tu depois do que se passou entre nós.
És aquela que se dispõe a lutar e a esforçar-se se vês que o outro também o estará. Não precisas de falar muito para nos apercebermos do que queres transmitir.
Todos os mais ínfimos detalhes em ti mostram o que és, o que já passaste e todos os sonhos que ainda tens em ti. Tu nunca demonstras tudo de ti, nunca dás tudo. Apenas vais deixando cair o véu quando te sentes à vontade e confiando nos outros.
Obrigada por seres a Susana e, já viste?! 19 anos e tanto que cresceste e me permitiste conhecer em ti.
Tem um ótimo dia e faz favor de festejar e estares feliz com elas, por mim. Eu estou quase, quase aí. Quando menos esperares estou a bater-te à porta (...)
.
Adoro-te minha Razão.
P.S: Não faço a mínima ideia de quando é que esta carta chegará às tuas mãos, mas lê como se fosse dia 10 de Dezembro."


Assim, inspirada em todo o amor, carinho, amizade e família que recebi com esta Carta, há já alguns dias, desejo o mesmo para todos! Um feliz Natal recheado destes sentimentos e, mais importante que existirem hoje, é perdurarem o ano todo.
Amor, carinho, amizade e família. 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Para mim!

Hoje recebi uma prendinha muito, muito mas muito especial!
Aliás, este presentinho chegou desde que a Beatriz Branco (uma amiga que já conheço há muito tempo) se propôs a fazer o cabeçalho para o meu blog. Eu, claro, disse logo que sim! A verdade é que adoro estas coisas das tecnologias, principalmente porque nos fazem estar sempre mais próximos de quem queremos, mas não percebo nadinha de como funcionar com elas. Assim, fiquei contentíssima e a minha resposta foi mais que afirmativa!

Agora, há uns minutinhos atrás, dei permissão à Beatriz para mexer em tudo o que quisesse, para fazer, para mudar. (E logo eu, que sou tão renitente com mudanças, permiti isto!)
Quando voltei a entrar no blog e vi... Oh meu Deus! Está tão lindo, tão bem feito, com tanta dedicação, tão cor-de-rosa, tão eu...

Muito, muito, muito obrigada Beatriz! Mil obrigadas!
Não posso postar nenhuma fotografia que mostre o quão radiante estou. Nos últimos tempos têm entrado (de maior ou menor forma) algumas "Beatrizes" na minha vida... e só me têm trazido o bem, força, coragem e dedicação. E eu gosto de pessoas assim!

OBRIGADA!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Sofia.

Tu és Sabedoria. É por isso que acho que o teu nome é tão apropriado para ti.
Hoje senti uma súbita necessidade de "falar" sobre ti. Não por uma razão em especial, mas simplesmente porque sim. Acho que é assim que deve ser. E porque, de manhã, ouvi uma coisa que, de repente, fez-me luz: disseste-me o mesmo há algum tempo.

É contigo que me sinto em casa. Felizmente, houve um dia que te trouxe à minha vida e, desde aí, tornaste-a muito mais rica. Identifico-me muito contigo porque sei que ambas procuramos a felicidade. E damos o melhor de nós. De todas as formas possíveis e imaginárias. 

Gosto muito que tu saibas a importância que tens na minha vida. E em como isso é estanque. Para mim tu és a Sofi e eu sei que sou a tua Susi. Mas sei, também, que sou muito mais do que isso. Tu és a minha única amiga que me trata como uma princesa. No sentido literal da palavra. É isso que represento na tua vida. Por aquilo que eu sou, que eu tenho e que ambiciono. E o mais engraçado? É que eu o sei.

Tenho que te agradecer por seres quem és comigo. Por me adorares. Por trazeres mais cor aos meus dias. Por estares sempre lá. Por estar tudo bem, mesmo quando eu não respondo às mensagens ou aos telefonemas. E por estar tudo bem quando tu fazes o mesmo. 
Por gostares tanto da minha família. Por fazeres parte dela. E, pelo facto de seres tal e qual como eu e não seres amiga de muitas pessoas, seres minha. És minha

E o que me disseste há algum tempo? Foi algo parecido com isto:
Tu és uma princesa Susi. És linda e nunca vais deixar de ser. Sabes porquê? Porque o facto de seres tão linda por dentro, tão boa pessoa, transparece-se cá fora.

Obrigada Sofi.
Gosto infinitivamente de ti.














domingo, 24 de novembro de 2013

L-i-v-r-o.

Desde que este livro saiu para o público, eu queria lê-lo. Por todas as razões e mais algumas. Mas principalmente porque fala sobre um problema grave de saúde. O Cancro. Da Mama. E eu vou ser enfermeira. Mas antes disso: Sou mulher. E tenho mulheres muito especiais na minha vida.
Assim, quando soube que a autora ia estar perto do sítio onde vivo, tive logo vontade de ir vê-la. Nunca percebi muito bem porque é que as pessoas anseiam tanto por um nome escrito num livro, até ontem.
Quando há uma história que nos toca onde os sentimentos nascem (no nosso coração), precisamos de ter contacto. De ver. De falar. De partilhar. E foi isso que aconteceu.
Portanto, não resisti a comprar o livro e a ser eu a ir pedir um autógrafo.

Gostei muito de ter um breve contacto com esta senhora. Há mulheres que o são, com um "M" grande.
Ontem, estive com uma delas.
E eu também acredito, que Também há finais felizes.












quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Amigos.

Há algum tempo, encontrei um texto que me fez pensar nesta questão. Amigos. 
Nunca fui uma pessoa de cultivar muitas amizades, por isso, aquelas que me conhecem bem e de quem eu gosto mesmo são poucas. Essas pessoas tiveram a persistência suficiente para fazer várias tentativas e me conhecer. E ainda bem que o fizeram.
Já tive algumas desilusões, mas é com elas que compreendi quem são as pessoas verdadeiramente presentes na minha vida. Amigas e amigos. Muito especiais. E do coração.




"Ter amigos é uma questão difícil. Ao longo da nossa vida, são poucas as amizades que se mantem imaculadas e poucas as que efetivamente resistem. Já todos nós tivemos uma desilusão com um amigo, alguém que acreditávamos conhecer tão bem e que de repente se revelou da pior forma. São estranhas estas andanças. Mas também já todos errámos com alguém de quem gostávamos muito e sabemos o quanto isso dói. Uma verdadeira amizade conhece o perdão. Mas a amizade, também é feita de surpresas boas, eu sou a prova disso. Algumas das minhas melhoras amigas, foram um dia pessoas que eu acreditava piamente não gostar, mesmo não as conhecendo. É absurda a forma como conseguimos classificar certas pessoas, não conhecendo uma única parte delas. Somos autênticos profissionais nesta arte da especulação. Quero acreditar que na maioria das vezes, não agimos de má fé, mas que simplesmente criámos este estúpido vício. Existe uma altura da nossa vida, em que tomamos consciência da realidade do nosso grupo de amigos. Percebemos que das dezenas que um dia achámos ter, poucos ficaram e que são esses poucos que valem realmente a pena. É nessa altura que podemos finalmente estabelecer essa segunda família, esse forte. Não imagino nada mais triste que uma vida sem amigos. O quão bom é saber que temos alguém que estará incondicionalmente do nosso lado, sejam quais forem as circunstâncias. E não há nada mais reconfortante, do que a certeza de sabermos com quem contar. Não há nada mais delicioso que ter aquele grupo de pessoas, que são como a nossa casa."

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

"Modelo"... por umas horas.

A ideia já surgiu há algum tempo mas ainda faltava a coragem para a realizar. Depois de um convite e de 8 anos de amizade... cá está! 
Sempre preferi fotografar (na minha maior inexperiência) a ser fotografada. É difícil encarar a forma como os outros nos vêem, como transmitem aquilo que somos na objetiva da sua máquina. Pois bem, hoje propus-me a isso. E como gostamos de tornar familiar tudo o que é novo, não havia melhor sítio para o fazer: a praia. 
Depois de ver o resultado final, dei-me conta que todas as expressões que encontrei são mesmo as expressões que faço todos os dias e me caracterizam.
Obrigada amiga, minha querida Alexandra, por, mais uma vez, me ajudares a concretizar o meu objetivo!





























segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Surpresa! :))

É tão bom surpreender os outros que mais gostamos... Especialmente quando merecem (e muito)!
Parabéns Ritinha!







(A tua amizade e amor por mim! :)) )