domingo, 24 de novembro de 2013

L-i-v-r-o.

Desde que este livro saiu para o público, eu queria lê-lo. Por todas as razões e mais algumas. Mas principalmente porque fala sobre um problema grave de saúde. O Cancro. Da Mama. E eu vou ser enfermeira. Mas antes disso: Sou mulher. E tenho mulheres muito especiais na minha vida.
Assim, quando soube que a autora ia estar perto do sítio onde vivo, tive logo vontade de ir vê-la. Nunca percebi muito bem porque é que as pessoas anseiam tanto por um nome escrito num livro, até ontem.
Quando há uma história que nos toca onde os sentimentos nascem (no nosso coração), precisamos de ter contacto. De ver. De falar. De partilhar. E foi isso que aconteceu.
Portanto, não resisti a comprar o livro e a ser eu a ir pedir um autógrafo.

Gostei muito de ter um breve contacto com esta senhora. Há mulheres que o são, com um "M" grande.
Ontem, estive com uma delas.
E eu também acredito, que Também há finais felizes.












quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Amigos.

Há algum tempo, encontrei um texto que me fez pensar nesta questão. Amigos. 
Nunca fui uma pessoa de cultivar muitas amizades, por isso, aquelas que me conhecem bem e de quem eu gosto mesmo são poucas. Essas pessoas tiveram a persistência suficiente para fazer várias tentativas e me conhecer. E ainda bem que o fizeram.
Já tive algumas desilusões, mas é com elas que compreendi quem são as pessoas verdadeiramente presentes na minha vida. Amigas e amigos. Muito especiais. E do coração.




"Ter amigos é uma questão difícil. Ao longo da nossa vida, são poucas as amizades que se mantem imaculadas e poucas as que efetivamente resistem. Já todos nós tivemos uma desilusão com um amigo, alguém que acreditávamos conhecer tão bem e que de repente se revelou da pior forma. São estranhas estas andanças. Mas também já todos errámos com alguém de quem gostávamos muito e sabemos o quanto isso dói. Uma verdadeira amizade conhece o perdão. Mas a amizade, também é feita de surpresas boas, eu sou a prova disso. Algumas das minhas melhoras amigas, foram um dia pessoas que eu acreditava piamente não gostar, mesmo não as conhecendo. É absurda a forma como conseguimos classificar certas pessoas, não conhecendo uma única parte delas. Somos autênticos profissionais nesta arte da especulação. Quero acreditar que na maioria das vezes, não agimos de má fé, mas que simplesmente criámos este estúpido vício. Existe uma altura da nossa vida, em que tomamos consciência da realidade do nosso grupo de amigos. Percebemos que das dezenas que um dia achámos ter, poucos ficaram e que são esses poucos que valem realmente a pena. É nessa altura que podemos finalmente estabelecer essa segunda família, esse forte. Não imagino nada mais triste que uma vida sem amigos. O quão bom é saber que temos alguém que estará incondicionalmente do nosso lado, sejam quais forem as circunstâncias. E não há nada mais reconfortante, do que a certeza de sabermos com quem contar. Não há nada mais delicioso que ter aquele grupo de pessoas, que são como a nossa casa."

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

"Modelo"... por umas horas.

A ideia já surgiu há algum tempo mas ainda faltava a coragem para a realizar. Depois de um convite e de 8 anos de amizade... cá está! 
Sempre preferi fotografar (na minha maior inexperiência) a ser fotografada. É difícil encarar a forma como os outros nos vêem, como transmitem aquilo que somos na objetiva da sua máquina. Pois bem, hoje propus-me a isso. E como gostamos de tornar familiar tudo o que é novo, não havia melhor sítio para o fazer: a praia. 
Depois de ver o resultado final, dei-me conta que todas as expressões que encontrei são mesmo as expressões que faço todos os dias e me caracterizam.
Obrigada amiga, minha querida Alexandra, por, mais uma vez, me ajudares a concretizar o meu objetivo!





























segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Surpresa! :))

É tão bom surpreender os outros que mais gostamos... Especialmente quando merecem (e muito)!
Parabéns Ritinha!







(A tua amizade e amor por mim! :)) )









sábado, 2 de novembro de 2013

Inês.

A minha Inês. Ou melhor, para mim, é a Ninó. A minha Ninó. De todas nós, é a corajosa. É a chama. A dança. É a minha modelo.
Lembro-me muitas vezes da forma como nos conhecemos e tenho que confessar que, na vida, há coincidências muito felizes. Foi no tempo certo, no lugar certo, no dia certo. E, sem contar, perdura até hoje.
Gosto muito do teu jeito de ser, especialmente porque é quase o oposto do meu. Gosto da maneira como vives intensamente, como me preparas surpresas constantemente, como tu és uma surpresa na minha vida. Todos os dias penso na coragem que tiveste para ir para esse sítio (lindo, diga-se de passagem), o quão corajosa foste. E és. E nos tornaste a nós. Me tornaste a mim. Por tua causa, hoje sou muito mais corajosa.

Nunca me canso de ser a tua racionalidade. De te mostrar o caminho. A simplicidade das coisas. Pois, na verdade, é exatamente como elas são. 
Admiro-te pela tua força, amiga. Pela força que tiveste para ires...
Obrigada por voltares sempre.

Gosto muito de ti, Ninó.




quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Para os "outros".

Às vezes, a melhor forma de nos tornarmos felizes é dar alguma coisa aos outros. E quando digo "dar", não significa, necessariamente, alguma coisa material. Nem algo muito caro. Nem algo muito grande. Mas dar. Fazer os outros felizes faz-nos, a nós, felizes.
E eu sempre tive a certeza que é nos pormenores, que está a diferença.
Gosto de marcar a diferença na vida dos outros. Dos meus outros. E gosto que marquem na minha.
Hoje, sem estar à espera, olhei para este livro e era impossível não o comprar. Primeiro, porque adoro livros. Adoro comprar um livro. E adoro lê-lo. Mas este não era para mim. 
Logo que o vi, pensei em dá-lo a uma pessoa muito especial. Ela merece-o. Sei que também vou usufruir muito dele (claro que o vou pedir emprestado e demorar imenso tempo a devolver!) mas é principalmente para ela. 
De mim para ela. Este é o pormenor. É o que marca a diferença.



A todas as mulheres que amam e sabem esperar. Para todos os homens que querem, mas não as sabem guardar. 
Margarida Rebelo Pinto


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Rita.

Hoje é dia de Rita. A minha Rita. A minha amiguinha da faculdade. E não só. Era apenas da faculdade, mas tornou-se A minha amiga de tudo, em todo o lado e em todas as situações. Tenho alguma dificuldade em manter muitas amizades na minha vida mas esta... mantém-se. Faz-se. Acontece naturalmente e com a maior simplicidade. A Rita é, sem dúvida, especial. Não só por ser minha amiga (o que me torna suspeita para falar) mas por aquilo que ela é. Pela forma como me conhece. E conhece muito.
Pela enfermeira que vai ser. 
Pela presença constante que se tornou na minha vida.
E hoje, faz anos.
Parabéns Ritinha.
Gosto muito de ti.