Assim, quando soube que a autora ia estar perto do sítio onde vivo, tive logo vontade de ir vê-la. Nunca percebi muito bem porque é que as pessoas anseiam tanto por um nome escrito num livro, até ontem.
Quando há uma história que nos toca onde os sentimentos nascem (no nosso coração), precisamos de ter contacto. De ver. De falar. De partilhar. E foi isso que aconteceu.
Portanto, não resisti a comprar o livro e a ser eu a ir pedir um autógrafo.
Gostei muito de ter um breve contacto com esta senhora. Há mulheres que o são, com um "M" grande.
Ontem, estive com uma delas.
E eu também acredito, que Também há finais felizes.





