A minha Inês. Ou melhor, para mim, é a Ninó. A minha Ninó. De todas nós, é a corajosa. É a chama. A dança. É a minha modelo.
Lembro-me muitas vezes da forma como nos conhecemos e tenho que confessar que, na vida, há coincidências muito felizes. Foi no tempo certo, no lugar certo, no dia certo. E, sem contar, perdura até hoje.
Gosto muito do teu jeito de ser, especialmente porque é quase o oposto do meu. Gosto da maneira como vives intensamente, como me preparas surpresas constantemente, como tu és uma surpresa na minha vida. Todos os dias penso na coragem que tiveste para ir para esse sítio (lindo, diga-se de passagem), o quão corajosa foste. E és. E nos tornaste a nós. Me tornaste a mim. Por tua causa, hoje sou muito mais corajosa.
Nunca me canso de ser a tua racionalidade. De te mostrar o caminho. A simplicidade das coisas. Pois, na verdade, é exatamente como elas são.
Admiro-te pela tua força, amiga. Pela força que tiveste para ires...
Obrigada por voltares sempre.
Gosto muito de ti, Ninó.
sábado, 2 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Para os "outros".
Às vezes, a melhor forma de nos tornarmos felizes é dar alguma coisa aos outros. E quando digo "dar", não significa, necessariamente, alguma coisa material. Nem algo muito caro. Nem algo muito grande. Mas dar. Fazer os outros felizes faz-nos, a nós, felizes.
E eu sempre tive a certeza que é nos pormenores, que está a diferença.
Gosto de marcar a diferença na vida dos outros. Dos meus outros. E gosto que marquem na minha.
Hoje, sem estar à espera, olhei para este livro e era impossível não o comprar. Primeiro, porque adoro livros. Adoro comprar um livro. E adoro lê-lo. Mas este não era para mim.
Logo que o vi, pensei em dá-lo a uma pessoa muito especial. Ela merece-o. Sei que também vou usufruir muito dele (claro que o vou pedir emprestado e demorar imenso tempo a devolver!) mas é principalmente para ela.
De mim para ela. Este é o pormenor. É o que marca a diferença.
E eu sempre tive a certeza que é nos pormenores, que está a diferença.
Gosto de marcar a diferença na vida dos outros. Dos meus outros. E gosto que marquem na minha.
Hoje, sem estar à espera, olhei para este livro e era impossível não o comprar. Primeiro, porque adoro livros. Adoro comprar um livro. E adoro lê-lo. Mas este não era para mim.
Logo que o vi, pensei em dá-lo a uma pessoa muito especial. Ela merece-o. Sei que também vou usufruir muito dele (claro que o vou pedir emprestado e demorar imenso tempo a devolver!) mas é principalmente para ela.
De mim para ela. Este é o pormenor. É o que marca a diferença.
A todas as mulheres que amam e sabem esperar. Para todos os homens que querem, mas não as sabem guardar.
Margarida Rebelo Pinto
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Rita.
Hoje é dia de Rita. A minha Rita. A minha amiguinha da faculdade. E não só. Era apenas da faculdade, mas tornou-se A minha amiga de tudo, em todo o lado e em todas as situações. Tenho alguma dificuldade em manter muitas amizades na minha vida mas esta... mantém-se. Faz-se. Acontece naturalmente e com a maior simplicidade. A Rita é, sem dúvida, especial. Não só por ser minha amiga (o que me torna suspeita para falar) mas por aquilo que ela é. Pela forma como me conhece. E conhece muito.
Pela enfermeira que vai ser.
Pela presença constante que se tornou na minha vida.
E hoje, faz anos.
Parabéns Ritinha.
Gosto muito de ti.
domingo, 27 de outubro de 2013
Fotografia.
Há uns meses, uma pessoa muito especial ofereceu-me um álbum para colocar fotografias.
Adorei-o, desde o primeiro momento em que peguei nele. Não sei porquê, pareceu-me diferente de todos aqueles que já tinha tido e, talvez por isso, passou muito tempo até colocar alguma coisa nele.
Exatamente porque tinha de ser algo especial.
A fotografia (e as fotografias) sempre foi algo que me emocionou e me tocou muito. Houve uns tempos em que ainda fotografava (na minha mais pura inexperiência e simplicidade) mas, agora, por falta de tempo (e de outras coisas) deixei de o fazer. Admiro muito quem o faz e o partilha bem como quem guarda fotografias. São como um retrato que se transforma em recordações, mas, ao mesmo tempo, perdura no Presente.
Assim, depois do Verão deste ano, decidi colocar neste álbum fotografias de momentos especiais. Porque é um álbum especial. São fotografias de pessoas que me marcaram, de momentos que me marcaram e que foram... especiais.
Porque é apenas sobre isso que este álbum tem a ver... Ser especial.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Alexandra, a Grande.
Há alturas em que a vida é muito generosa comigo.
Traz situações que me aclaram as ideias e pessoas que permitem que estas se concretizem.
Foi há 8 anos... (e nem acredito que estou a escrever "há 8 anos") que te conheci.
Com os narizes colados a uma janela, a perceber que as folhas que estavam à nossa frente iriam definir, pelo menos, os nossos próximos três anos. E o cenário não parecia nada animador.
Hoje, tenho o privilégio de te chamar amiga, de realmente o ser, e de te dizer, vezes sem conta, que és Grande.
Admiro-te muito amiga. Pelo que tu és. Por aquilo que não és, pois sabes perfeitamente a distinção entre o certo e o errado. Por conseguires fazer tudo, sem desistir de nada.
Gosto muito de ti, xanucka.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
"A vida resolve-se sozinha".
As relações humanas são difíceis. É um ponto inegável. Partilhar amor, amizade, solidariedade e respeito não é das tarefas mais fáceis mas, sem dúvida, é das mais recompensadoras. Daí, talvez, a necessidade de estar constantemente a insistir em algo, em alguém e em não querer desistir daquilo que um dia nos trouxe tanto.
Como li em algum sítio (que não me lembro onde mas que tinha esta frase que me ficou na cabeça):
"a vida resolve-se sozinha".
Ao princípio, tive alguma dificuldade em estar recetiva a este pensamento. O meu instinto diz-me, constantemente, para resolver as coisas. Depois de as assimilar, depois de ter tempo, tenho de as resolver. É esta mania que me leva a querer resolver os meus assuntos e os dos outros... os meus problemas e os dos outros.
Ainda assim, consigo encontrar alguma serenidade e calma nesta frase. Que realmente preciso.
"A vida resolve-se sozinha".
Há uma altura em que é preciso saber quando já estamos a fazer demais.
Tentativas a mais.
Dar demais.
Amizade a mais.
Querer demais.
Passado demais.
sábado, 19 de outubro de 2013
O relvado.
Foi mais ou menos há 3 anos que comecei a gostar (verdadeiramente!) das emoções que um relvado me trazia. O espírito, a iniciativa, o trabalho de equipa, a alegria... tudo isto se transmitiu dele, para mim.
Como muitas outras pessoas, sempre me interessei por ver os jogos do nosso Portugal, tradicionalista como sou. Mas, foi desde aquele Setembro que comecei a ver estes sentimentos de maneira diferente.
O facto de ser o meu irmão, o meu irmãozinho, a viver isto, a sentir isto, deixou-me completamente extasiada! Ele adorava e adora... e eu adorava e adoro com ele!
Infelizmente, com as rotinas stressantes e com todos os minutos do dia ocupados, não tenho conseguido ir apoiá-lo e vê-lo a fazer uma das atividades que mais lhe enche o coração (o dele e o meu)!
Hoje, entre livros, saídas repentinas e consultas, peguei no carro e finalmente voltei a vê-lo jogar.
Como só ele sabe fazer.
É o único que a seguir a um golo, dirige o seu primeiro olhar e sorriso para mim.
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